Os postulantes à presidência do São Paulo compartilham o objetivo de discutir com Dorival Júnior ainda em 2023. Tanto Vinícius de Medeiros, da situação, quanto Marcelo Portugal Gouvea, da oposição, consideram o salário de R$ 2 milhões mensais do técnico insustentável e propõem um ajuste financeiro caso queiram manter sua permanência no clube.
Questões em pauta na reunião
As negociações com Dorival vão além das finanças. Ambos os candidatos pretendem compreender quais são as exigências do treinador para continuar no São Paulo, ao mesmo tempo que visam apresentar uma proposta que reduza os custos. A atual análise interna indica que o valor do salário não se alinha com a realidade econômica do clube visando 2027.
Pressão do calendário para decisões rápidas
Com o calendário apertado, essa discussão se torna urgente. As eleições para a nova presidência do São Paulo estão agendadas para a primeira quinzena de dezembro, com a posse marcada para 1º de janeiro. O Campeonato Paulista inicia em 10 de janeiro, o que significa que o novo presidente terá menos de duas semanas para se ajustar antes do início das competições.
Diante desse panorama, a pré-temporada precisa ser planejada pela administração atual, durante o processo de transição. Como Dorival ainda possui contrato até lá, é essencial que os candidatos estabeleçam essa comunicação: quem assumir a presidência necessitará entender sua equipe antes da posse.
A incerteza sobre Rafinha
Não é apenas Dorival que teme por seu futuro. A situação do diretor de futebol, Rafinha, também é indefinida. A decisão sobre sua continuidade depende da gestão que será eleita em dezembro, podendo seguir o mesmo caminho das tratativas com o técnico.
Fonte: Pauta Viva
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