Na noite desta quinta-feira, 7, o goleiro Bruno Fernandes, ex-Flamengo, foi preso na região dos Lagos do Rio de Janeiro. Ele era considerado, desde 5 de março, foragido pela Justiça.
Bruno estava em liberdade condicional, mas ela foi revogada. Desde então passou a ser procurado pela polícia. Sua defesa ainda não se manifestou sobre o caso.
Por que Bruno perdeu a liberdade condicional?
O motivo para a decisão foi, segundo o tribunal, o fato de ele ter viajado sem autorização da corte. Bruno assinou contrato com um time de futebol do Acre para jogar a Copa do Brasil, mas deveria ter solicitado a saída do estado fluminense.
Ele estava em regime semiaberto desde 2019 e em 2023 progrediu para liberdade condicional. Nesse período, defendeu times do interior e de várzea.
“As condutas do apenado devem ser encaradas como descaso no cumprimento do benefício que lhe foi concedido. Apenas quatro dias após a efetivação do livramento condicional, o apenado foi para o estado do Acre sem a prévia autorização deste Juízo, em violação às determinações contidas na decisão que concedeu o benefício“, escreveu o juiz Rafael Estrela Nóbrega.
“Acolho o parecer ministerial e REVOGO o livramento condicional concedido ao apenado na forma da primeira parte do artigo 87 do Código Penal. Expeça-se mandado de prisão, no regime semiaberto, com validade de 16 (dezesseis) anos“, diz outro trecho da decisão.
Outro fator que também incomodou a corte foi o desrespeito à necessidade de ele estar em casa durante a noite. Bruno publicou em suas redes sociais a sua presença em um jogo do Flamengo, à noite, sem autorização. Após o caso, ele apagou sua conta no Instagram.
Bruno cumpre pena por assassinato de Eliza Samúdio
Bruno ficou notabilizado primeiro por jogar no Flamengo, sendo campeão brasileiro em 2009, e depois por ter sido condenado em 2013 pela morte de Eliza Samúdio por 23 anos e um mês. O corpo dela nunca foi encontrado.
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