Com a vitória por 2 a 0 sobre a Áustria e a classificação antecipada para os 16-avos de final, a Argentina começa a dar forma ao seu lado do chaveamento — e, de tabela, reacende a possibilidade de um confronto com o Brasil. Tudo depende de como a Seleção Brasileira terminará o Grupo C, na quarta-feira (24), contra a Escócia.
O lado da Argentina
Os argentinos lideram o Grupo J, mas ainda aguardam o resultado de Jordânia x Argélia para saber se confirmam a primeira colocação. Se a Jordânia não vencer, a liderança é garantida. Nesse cenário, a Argentina ficará do mesmo lado do chaveamento que a Seleção ocupará se também terminar em primeiro no Grupo C — o que abriria a possibilidade de um encontro nas semifinais.
Se o Brasil for primeiro
Brasil e Argentina só poderiam se enfrentar na semifinal. As duas seleções cairiam no mesmo lado do chaveamento, mas em caminhos distintos até a penúltima fase.
Se for segundo
O Brasil mudaria de lado no torneio e, nesse caso, só poderia enfrentar a Argentina em uma eventual final. O segundo colocado do Grupo C enfrenta o vencedor do Grupo F (Holanda, Suécia ou Japão) e segue por um chaveamento que só cruza com a Argentina na decisão.
Se for terceiro
A definição depende de quais oito terceiros colocados avançarem — são 495 combinações possíveis. Hoje, o terceiro do Grupo C poderia enfrentar Alemanha, o líder do Grupo I (França ou Noruega) ou México. Contra Alemanha e os líderes do Grupo I, o Brasil ficaria em lado oposto ao da Argentina, com encontro possível apenas na final. Contra o México, o cenário seria o mesmo do primeiro lugar: possibilidade de Seleção x Argentina na semifinal.
A calculadora está sobre a mesa. O que a Seleção Brasileira fizer contra a Escócia definirá não apenas seu adversário imediato, mas todo o caminho até a taça.
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