A Defesa Civil de Campinas apresentou em 14 de julho uma nova ferramenta baseada no Índice de Prontidão para Ação Antecipatória da Cruz Vermelha, adaptada à realidade local, para avaliar e fortalecer sua capacidade de atuação antes da ocorrência de desastres. A metodologia monitorará continuamente o desempenho em previsões, financiamento e ações antecipatórias, classificando a preparação em níveis básico, intermediário e avançado.
Ferramenta avalia e aperfeiçoa capacidade de antecipação
Durante a apresentação conduzida pelo agente administrativo Gabriel Augusto Novo Freitas, foram considerados os recursos do Setor de Monitoramento e Alerta, como o radar meteorológico do Cepagri/Unicamp, estações meteorológicas e a capacidade técnica das equipes para interpretar dados e emitir alertas antes que situações de risco se agravem. O setor alcançou resultado de 2,6 numa escala máxima de 3, valor classificado como muito bom.
O diretor da Defesa Civil, Sidnei Furtado, destacou que o índice aponta as áreas bem estruturadas e as oportunidades para aprimoramento, permitindo uma resposta mais rápida e eficiente. Já a coordenadora do Setor de Monitoramento e Alerta, Sueli Castiglieri, ressaltou a qualidade do trabalho diário reconhecida por essa avaliação.
Avaliação contínua para aprimorar prevenção
Conforme Gabriel Freitas, a ferramenta será aplicada periodicamente para acompanhar o progresso e definir prioridades, com foco no aperfeiçoamento e fortalecimento das ações preventivas do município. O objetivo é ampliar a segurança da população diante de eventos climáticos extremos, garantindo medidas antecipatórias cada vez mais eficazes.
Perguntas frequentes
Qual o objetivo da ferramenta apresentada pela Defesa Civil de Campinas?
O objetivo é avaliar e fortalecer a capacidade de atuação antecipatória antes da ocorrência de desastres, melhorando o monitoramento e a emissão de alertas.
Quais critérios são usados na avaliação da atuação preventiva?
São utilizados 22 critérios que avaliam previsão, financiamento e ações antecipatórias, classificando o nível de preparação entre básico, intermediário e avançado.
Como o resultado da ferramenta influencia as ações da Defesa Civil?
Os resultados ajudam a definir prioridades de investimento e aperfeiçoar processos para tornar a resposta a situações de risco mais rápida e eficiente.
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