O prefeito de Campinas, Dário Saadi, anunciou no dia 16 de julho a contratação dos projetos executivos para construção das estações elevadas do BRT Central, marcando uma nova etapa para a implantação definitiva do sistema na região central da cidade.
O contrato de R$ 745.254,93 abrange a elaboração dos projetos de arquitetura e engenharia de quatro estações de transferência – Anchieta, Orosimbo Maia I e II, e Moraes Salles – além da adequação do Terminal Central para o BRT, com prazo de execução de quatro meses.
Investimento e etapas futuras
Esses projetos integram o Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC) do Governo Federal, que destina R$ 54.754.841,38 para implantação das estações, a adequação do terminal e execução do pavimento rígido no corredor central.
De acordo com o prefeito, a contratação dos projetos só foi possível porque os recursos para as obras já estão garantidos, permitindo que a prefeitura prepare a licitação para dar continuidade à implantação do sistema.
Benefícios para usuários do BRT Central
O presidente da Emdec, Vinicius Riverete, explicou que as estações vão proporcionar maior conforto e agilidade no embarque, com validação do cartão antes do acesso, reduzindo o tempo de parada dos ônibus e aumentando a eficiência da operação.
Os usuários das linhas BRT 10, 11, 12, 20 e 25 serão beneficiados com a redução no tempo de viagem e maior segurança.
Continuidade do sistema e impactos no trânsito
Segundo o secretário municipal de Infraestrutura, Carlos José Barreiro, a contratação dos projetos é parte da continuidade do sistema BRT em Campinas e permitirá concluir a estrutura planejada para o corredor central, com conclusão prevista para meados de 2028.
As obras causarão impactos temporários no trânsito, mas serão realizadas em etapas para minimizar transtornos, com desvios, sinalização e ampla divulgação aos motoristas e usuários.
Obras paralelas no corredor central
Paralelamente, já está em execução a instalação do pavimento rígido no corredor central do BRT, com investimento de aproximadamente R$ 16,1 milhões para 4,1 quilômetros de faixas exclusivas em concreto. Este pavimento terá maior durabilidade e resistência ao tráfego intenso dos ônibus.
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