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Brasil

Caixa libera parcela extra do FGTS

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A Caixa Econômica Federal libera hoje(20) o valor de até R$ 498 do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

Somente trabalhadores que tinham até R$ 998 em cada conta do fundo (ativa ou inativa) em 24 de julho deste ano podem fazer os saques. Para as contas com saldo superior a esse valor naquela data, a parcela extra não será liberada.

Em Hortolândia, cerca de 5,9 mil trabalhadores serão beneficiados poderam realizar o saque.

Quem ainda não sacou os R$ 500 e se enquadra na regra, poderá sacar a integralidade dos R$ 998 também a partir de 20 de dezembro.

A Caixa Econômica Federal libera nesta quarta-feira (18) o FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) para trabalhadores nascidos em novembro ou dezembro e que não é correntista do banco.

Poderá ser retirados valores das contas ativas e inativas do FGTS, depende de quanto o trabalhador tinha na conta em 24 de julho de 2019.

Trabalhadores que tinham até um salário mínimo na conta do FGTS na data poderão retirar até R$ 998 por conta, seja ativa (do emprego atual) ou inativa (de empregos antigos)

Já os trabalhadores que tinham mais do que um salário mínimo na conta do FGTS na data: só podem retirar até R$ 500 por conta, seja ativa (do emprego atual) ou inativa (de empregos antigos).

Os saques poderão ser feitos nas lotéricas, agências da Caixas ou caixas eletrônicos com o Cartão do Cidadão.

Quem tiver dúvidas sobre valores e direito ao saque pode fazer a consulta pelo aplicativo FGTS (disponível para iOS e Android), pelo site fgts.caixa.gov.br e pelo telefone de atendimento exclusivo, disponível 24 horas: 0800 724 2019.

ATENÇÃO: O saque imediato de até R$ 500 não tem relação com o saque-aniversário, que só começa a ser pago em abril de 2020.

Brasil

Petrobras anuncia novo aumento da gasolina e do diesel nas refinarias

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gasolina

Nesta segunda (25), a Petrobras anunciou que vai reajustar os preços da gasolina e do diesel em suas refinarias a partir de amanhã (26).

O litro da gasolina vendido pela empresa às distribuidoras passará de R$ 2,98 para R$ 3,19, o que representa um aumento de R$ 0,21 ou de cerca de 7%.

A Petrobras afirma que a parcela da gasolina vendida nas refinarias no preço final do produto encontrado nos postos chegará a R$ 2,33, com um aumento de R$ 0,15. A variação é menor que os R$ 0,21 de reajuste nas refinarias porque a gasolina tem uma mistura obrigatória de 27% de etanol anidro. 

Já o litro do diesel passará a ser vendido por R$ 3,34 nas refinarias da Petrobras, o que representa um aumento de cerca de 9% sobre o preço médio atual, de R$ 3,06. 

No caso do diesel, a Petrobras calcula que o impacto para o consumidor final seja um aumento de R$ 0,24, porque o diesel vendido nos postos tem uma mistura obrigatória de 12% de biodiesel.

A Petrobras justifica que os reajustes no preço garantem que o mercado “siga sendo suprido em bases econômicas e sem riscos de desabastecimento”.

“O alinhamento de preços ao mercado internacional se mostra especialmente relevante no momento que vivenciamos, com a demanda atípica recebida pela Petrobras para o mês de novembro de 2021. Os ajustes refletem também parte da elevação nos patamares internacionais de preços de petróleo, impactados pela oferta limitada frente ao crescimento da demanda mundial, e da taxa de câmbio”, afirma a empresa.

fonte ebc

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Brasil

IPVA deve ficar mais caro em 2022

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Preço de carros novos, seminovos e usados crescem no país. Muitos proprietários se encontram satisfeitos pela valorização do bem, no entanto, está concepção pode ser mudada devido ao IPVA de 2022.

Isso porque, o Imposto Sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) é calculado com base no preço do automóvel. Desta forma, aumentando o valor do veículo, mais caro fica o IPVA no ano seguinte.

A definição do valor do IPVA considerada os preços na Tabela FIPE. Neste sentido, cada estado calcula uma determinada porcentagem para ser aplicada sobre o valor do veículo, que corresponderá o imposto.

No estado de São Paulo, por exemplo, o valor do IPVA é equivalente a 4% do preço vigente do carro. Considere um veículo no valor de R$ 80 que passou a custar R$ 100 mil. De acordo com o preço anterior, o IPVA era de R$ 3,2 mil, com a atualização, o imposto será de R$ 4 mil.

Aumento no preço dos veículos

Devido a falta de peças, a fabricação de alguns modelos de veículos foi comprometida. Além disso, algumas empresas sofreram com a escassez por conta da atual crise econômica decorrente da pandemia da Covid-19. Até o momento, não há data definida para a normalização das indústrias.

Em razão disso, consideração a produção reduzida e a alta demanda, o valor dos carros brasileiros está mais alto do nunca. O aumento constante no valor do dólar só piora a situação, uma vez que as peças importadas também têm seus preços reajustados.

Como exemplo temos a General Motors (GM), responsável pela fabricação de vários automóveis comercializados no país. A indústria chegou a ficar sem estoque dos modelos Onix e Onix Plus.

Posto isto mais o aumento no preço dos combustíveis, a crise econômica só piora. Em alguns estados brasileiros a gasolina já ultrapassou R$ 7, chegando a ser vendida por R$ 9 na cidade de Curitiba-PN.

Isenção do Imposto

Condutores proprietários de veículos devem pagar anualmente o IPVA (Imposto Sobre a Propriedade de Veículos Automotores). Todavia, em algumas situações o tributo pode ser isentado, conforme as condições de cada estado.

De antemão, vale ressaltar que existem alguns tipos de isenção do IPVA. Um deles é a isenção automática, destinada a categorias de profissionais que trabalham com o veículo, como taxistas, mototaxistas, motorista de ônibus escolar, condutores de trens e máquinas agrícolas, entre outros.

Embora as concessões ocorram de maneira automática, o motorista deve estar atento ao procedimento de isenção, pois caso não aconteça, terá que solicitá-la por meio de uma ação declaratória tributária.

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Brasil

Aneel reajusta tarifa de distribuidoras de Goiás, Brasília e São Paulo

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A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou hoje (21) o reajuste das tarifas de energia das concessionárias Enel Distribuição Goiás, Neoenergia Distribuição Brasília (antiga CEB), Companhia Piratininga de Força e Luz (CPFL Piratininga) e EDP São Paulo. Os reajustes das duas primeiras concessionárias começam a valer amanhã (22). Já para a CPFL Piratininga e EDP São Paulo, os novos valores começam a ser aplicados no sábado (23).

Para os consumidores atendidos pela Enel Distribuição Goiás, o reajuste médio será de 16,45%. Para os consumidores residenciais, o aumento será de 16,37%. Já para quem é atendido na alta tensão, o impacto na tarifa será de 14,21%. Na baixa tensão, o impacto fica em 17,32%. A concessionária atende cerca de 3,12 milhões de unidades.

O reajuste da Neoenergia Distribuição Brasília trará um efeito médio de 11,1%. Para consumidores residenciais a elevação na tarifa será de 11,69%. Na alta tensão, 9,16%; e na baixa tensão, a média do impacto é de 11,85%. A distribuidora atende a cerca de 1,1 milhão de unidades consumidoras no Distrito Federal.

Segundo a Aneel, os itens que mais pesaram no aumento de tarifas da distribuidora brasiliense foram custos com encargos setoriais e com a aquisição de energia, especialmente de países vizinhos, como Uruguai e Argentina, que sofrem influência da variação cambial.

Já o reajuste tarifário da CPFL Piratininga terá efeito médio de 12,4%. Para os consumidores da alta tensão, o impacto fica em 5,69%. Para a baixa tensão, o impacto será de 16,4%. Já os consumidores residenciais terão efeito médio de reajuste de 16,31%. A concessionária atende 1,86 milhão de unidades no estado de São Paulo.

No caso do reajuste da EDP São Paulo, a variação média será de 12,39%. Para os consumidores residenciais, o aumento será de 16,73%. Para os consumidores atendidos na alta tensão, o impacto fica em 4,41%. Para a baixa tensão o impacto será de 16,74%. A EDP São Paulo atende 2 milhões de unidades em São Paulo.

De acordo com a Aneel, as revisões tarifárias estão previstas nos contratos de concessão e “têm por objetivo alcançar o equilíbrio das tarifas com base na remuneração dos investimentos das empresas voltados para a prestação dos serviços de distribuição” e a cobertura de despesas efetivamente reconhecidas pela agência.

fonte ebc

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