A terceira temporada de Fórmula 1: Dirigir para Viver, série documental que mostra os bastidores da categoria mais famosa do automobilismo mundial, chegará na Netflix em 19 de março. E já estou ansioso!

O Portal Hortolândia conferiu a primeira temporada (referente ao Campeonato Mundial de 2018) e posso dizer que o programa é bem mais do que “apenas” pilotos correndo vertiginosamente por horas e horas.

A humanização imposta, acertadamente, pelo roteiro, desmistifica o conceito de “super-heróis” que não sentem medo. Aliás, em boa parte dos casos, esta sensação é presença constante.

Outro ponto fundamental é a pressão imposta pelos donos da equipe. Um exemplo é o de Roman Grosjean, piloto franco-suíço da escuderia norte-americana Haas. Ele é uma das figuras centrais em Fórmula 1: Dirigir para Viver e, tudo porque, não consegue lidar bem com seu início ruim nas provas. Dentro da própria equipe, transforma-se em motivo de piada.

Interessante pontuar que um dos produtores é James Gay-Rees, o mesmo do excelente Senna, dirigido por Asif Kapadia. Ou seja, há muito conhecimento de causa e paixão. Sem contar o acesso livre nos boxes e ângulos de câmera nas batidas e ultrapassagens que deixarão o espectador boquiaberto.

Com 10 episódios de 30 a 40 minutos cada um e com excelentes imagens, entrevistas e edição, há uma gama gigantesca de acertos e pouquíssimos erros. Um acerto e tanto da Netflix! Que venham mais e mais episódios por aí.

Por Éder Pessôa

Redator Freelancer

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