15 de junho de 2024
TV, Cinema e Teatro

Crítica: QUERO MATAR MEU CHEFE 2

O que acontece quando os peões querem ser chefes?

quero-matar-chefe2

No meio de tantas continuações estapafúrdias que Hollywood coloca nos cinemas, ‘Quero Matar meu Chefe 2’ é uma das mais agradáveis. Não existem grandes novidades nesta trama, mas o trio principal formado por Jason Bateman, Charlie Day e Jason Sudeikis, mantém a química perfeita vista há 3 anos – há uma leve lembrança do trio de ‘Se Beber, Não Case’.

O diretor e roteirista Sean Anders é esperto o suficiente para prover um primeiro ato em que os protagonistas tentam ser seus próprios chefes – um sonho palpável desta nova geração –, abrindo uma empresa que fabrica chuveiros e descobrem que nada é tão fácil quanto parece. Mas também derrapa em determinadas sequências de gosto, um tanto duvidoso.

Chris Pine é uma adição interessante e seu personagem é um ‘filhinho de papai’ metido a besta, preguiçoso e sem perspectivas futuras, já Christopher Waltz resvala, outra vez, na persona caricata de uma espécie de vilão às avessas – talvez fosse o momento de tentar surpreender mais o público.

Nick, Dale e Kurt abrem sua empresa e apesar do aparente fracasso, conseguem um excelente investidor. O problema começa quando este tal investidor cancela o pedido, deixando os três com uma enorme dívida. Agora, tentarão sequestrar Rex, filho do magnata e pedir um resgate que cubra os gastos.

Toda montagem do bizarro plano e seu desfecho cheio de trapalhadas que tiram boas risadas do espectador, a beleza estonteante de Jennifer Aniston e todas as outras qualidades já comentadas neste texto, fazer com que ‘Quero Matar meu Chefe 2’ seja um excelente programa para se ver em tela grande.

Confira a programação aqui: Cinema Hortolândia

Por: Eder de Oliveira
www.cinemaepipoca.info
www.pipocast.com.br

Lei Proibida a reprodução total ou parcial, sem autorização previa do Portal Hortolandia . Lei nº 9610/98