Connect with us

Passeios e Viagens

Socorro: a cidade para quem gosta de pedalar, com fácil acesso e lindas paisagens

Publicado

em

Muitos arriscam dizer que o cicloturismo – não como existe hoje, nem com esse nome, claro – começou junto com as primeiras bicicletas que chegaram no Brasil, no início do século passado, no Rio de Janeiro, época que foram utilizadas pelas mulheres da alta sociedade para fazerem passeios e piqueniques. A chegada dos modelos tipo mountain bike no país, no fim dos anos 80, ampliou o cenário, porque foi possível explorar inúmeras estradas de terra propícias para pedalar. Hoje, com grupos organizados, agências especializadas e roteiros traçados ficou tudo mais proveitoso.

E, quem diria, a bicicleta ganhou inúmeros adeptos no último ano. Prática, sustentável e econômica, alia muito bem esporte com diversão e ainda é agradável para todas as idades. Foi a “salvação” para quem precisou manter corpo e mente sadios nos últimos meses. De acordo com dados da Associação Brasileira do Setor de Bicicletas, as vendas aumentaram 87% desde o início da pandemia até começo de dezembro de 2020, se comparado com o mesmo período do ano anterior. Na fase de flexibilização, o percentual de vendas de bikes saltou para 118%. .

Um destino que tem chamado a atenção dos bikers é a Estância Hidromineral de Socorro – localizada no Circuito das Águas Paulista e referência em aventura e ecoturismo. De fácil acesso, com infraestrutura e lindas paisagens, o município é ideal para pedalar, interagir com o meio, contemplar as belezas naturais em meio a Serra da Mantiqueira, conhecer lugares, trocar experiências, passear e relaxar. Na cidade existem vários atrativos culturais, históricos e arquitetônicos. No campo, uma natureza ímpar, com flora e fauna encantadoras durante o percurso: são mais de 1300km de caminhos rurais, trilhas e estradas de terra.

A cidade conta com aluguel de bikes, ciclovia e pista de Downhill. Tudo pronto para receber ciclistas de todas as modalidades e níveis de preparo, seja para um breve passeio ou para uma viagem de dias.

Para quem ainda não tem uma, não tem como levar ou quer comodidade, o Parque Vale das Pedras Espaço Aventura aluga bikes aro 29, com amortecedor e freio a disco hidráulico, por R$ 20 por hora, por pessoa. Funciona todos os dias, das 9h às 16h, mas é preciso agendar com antecedência. Além disso, oferece quatro roteiros: Caminho Turístico Rio do Peixe (Ciclovia Rio do Peixe) e Caminho Turístico da Pompéia, ambos com média de duas a três horas; e Centro Histórico e Caminho Turístico do Cristo, com cerca de uma hora cada. Todos indicados para pessoas que pedalam com frequência.

No Colina Bike Park existem mais de 20 trilhas, que superam os 2600m de desnível acumulado, onde os ciclistas encontram opções para todos os níveis, do iniciante aos mais experientes. Os caminhos, trilhas e single tracks são sinalizados por placas, para facilitar a localização, pois a área do complexo supera os 700 mil metros quadrados. Tudo segue as recomendações da IMBA (International Mountain Bicycling Association), que orienta acriação de trilhas sustentáveis, que não se deteriorem com erosão e se integrem ao meio ambiente. Para passeios na fazenda, o hotel conta com aluguel de bikes mais simples, a R$40 (quarenta reais) por hora.

Aos iniciantes que precisam ganhar confiança na terra são indicados os caminhos: Estrada do Sol, Trilha da Mata, Tobogã do Lago, Estrada do Caseiro, Trilha do Lago, Estrada do Lago, Estrada do Cânion, Bkpc X Mirante X BKPC. De nível médio a difícil, as trilhas Estrada das Cachoeiras, Trilha da Onça, Descida Zig-Zag e Subida Zig-Zag exigem um pouco mais de habilidade dos ciclistas para encarar subidas íngremes, pedras e curvas fechadas pelo caminho. E, para os pilotos mais experientes, a Trilha do Cânion, Buraco da Colina, Trilha do Fundão e Adventure Bikes / Colina Bike Park oferecem um pouco mais de emoção no passeio, o que incluem subidas que ultrapassam os 20% de inclinação em alguns trechos e uma das estradas mais altas da divisa entre São Paulo e Minas Gerais, com 1400m de altitude.

Para profissionais  –   Socorro sedia – há 5 anos – uma etapa da Liga Paulista de Downhill, uma importante e concorrida competição esportiva O local é a Pedra Bela Vista que tem uma trilha de Downhill, destinada apenas a atletas, que usam para treinar para provas dessa modalidade. A pista é técnica, requer conhecimento da atividade, tem por volta de 3 km e pode ser utilizada das 10h às 13h.  Atletas de fim de semana, que fazem pedal de longa distância, também são bem-vindos no parque.  A pessoa que chega pedalando, não paga entrada.

Mimo –  No roteiro, vale incluir o Rancho Pompéia, que tem um delicioso café caipira com desconto de 10% para ciclistas. A propriedade rural e familiar produz doces, geleias, pães, biscoitos e queijo. Todos inclusos no café caipira, que ao todo oferece mais de 20 itens. Focado no resgate das tradições, o objetivo é fazer lembrar aquele sabor da casa da vó, com o bolinho de chuva, bolo de maçã com canela e cuca de maçã e de banana, por exemplo. Tudo isso em uma aconchegante casa estilo colonial. O café caipira pode ser saboreado todos os dias das 8h às 11h e das 15h às 18h, para grupos de no mínimo 10 pessoas, precisa ser agendado e custa R$ 25 por pessoa; crianças de 6 a 11 anos pagam R$ 15 e até 5 anos é gratuito. 

ColinaBikePark – Hotel Fazenda Colina dos Sonhos – Caminho Turístico do Serrote – KM 12, S/N – Bairro do Serrote –  Diariamente das 8h às 20h

Parque Vale das Pedras Espaço Aventura – Caminho Turístico do Rio do Peixe, Km 03 –  Todos os dias, das 09h às 16h, com agendamento antecipado

Pedra Bela Vista – Estrada Municipal dos Cubas, s/n Dos Cubas –  Todos os dias. Para a pista, das 10h às 13h. O parque fica aberto até às19h. Quem chega de bike não paga entrada

Rancho Pompéia – Estrada da Pompéia, 3,5 km –  Todos os dias, das 8h às 11h e das 15h às 18h; grupos com no mínimo de 10 pessoas;  custa R$ 25,00 por pessoa; crianças de 6 a 11 anos pagam R$ 15 e crianças até 5 anos não pagam. 10% de desconto para bikers

Descubra Socorro: Estância Hidromineral de Socorro, a “cidade aventura”, é um dos nove municípios a integrar o Circuito das Águas Paulista. Já é referência nacional em turismo de aventura e turismo acessível e se dedica para se tornar também um destino sustentável e pet friendly. Para isso, diversas ações de conscientização são criadas e envolvem moradores, empresários e turistas. Gastronomia variada, lazer para toda família e a melhor experiência em atividades culturais e passeios cercados pelas belezas naturais da Serra da Mantiqueira. Visitas guiadas ou autoguiadas em mais de 1300km de caminhos rurais disponíveis ao público. Saiba mais:  www.socorro.tur.br 

ASTUR – A Associação de Turismo da Estância de Socorro – SP, que tem como objetivo a promoção de ações para o desenvolvimento sustentável das empresas associadas e o fomento do turismo de Socorro, sempre em consonância com o COMTUR (Conselho Municipal de Turismo) da cidade. Na “Estância Hidromineral” – status conquistado por cumprir determinados pré-requisitos definidos por Lei Estadual, o que também dá o direito ao município de agregá-lo ao nome -, atualmente, são 60 empresas associadas de diversos setores turísticos como hospedagem, ecoturismo, atividades de aventura, turismo rural, gastronomia e compras.

Passeios e Viagens

Em Bonito, Nascente Azul ganhará museu subaquático

Publicado

em

Um dos principais atrativos turísticos de Bonito, a Nascente Azul está prestes a inaugurar um museu subaquático. Inédita no destino, a nova atração dará a oportunidade de contemplar obras de arte em cenário único, em contato direto com a natureza. O museu deve ser aberto ao público até o final de outubro.

A ideia foi criar um espaço em que os artistas locais pudessem se expressar através de suas obras de arte. Na primeira exposição, as estátuas submersas vão tratar de temas como a sustentabilidade e a preservação ambiental. Aliás, desde a criação do complexo de ecoturismo há mais de 10 anos, a Nascente Azul tem em seu DNA a sustentabilidade e o respeito ao meio ambiente.

O museu subaquático da Nascente Azul será o único do mundo em um ambiente de água doce, instalado em um lago com cerca de 4 mil m² e 4 metros de profundidade, onde já acontece a atividade do mergulho com cilindro. Esse lago tem águas correntes vindas direto da nascente e abriga uma rica biodiversidade aquática, com peixes de diferentes espécies, como o piraputanga, o pacu, o lambari, o dourado, o piau e tantos outros.

As obras de arte vão se integrar à natureza já existente no lago, servindo de abrigo para os peixes. Por sua vez, o ecossistema local e a própria água, que possui uma alta concentração de calcário, vão aos poucos transformar essas peças. As estátuas serão lapidadas de forma única pela natureza, criando obras de arte ainda mais exclusivas, trabalhadas em conjunto pelo ser humano e pelo meio ambiente.

Para conhecer o museu subaquático, o visitante deverá realizar o mergulho com cilindro, uma das experiências já oferecidas na Nascente Azul. É o único mergulho do Brasil certificado com o ISO 21101 emitido pela ABNT, que trata do sistema de gestão da segurança no turismo de aventura.

Por ser realizado em um ambiente controlado, o mergulho na Nascente Azul não requer nenhum tipo de curso ou certificado prévio e é indicado inclusive para iniciantes. Os grupos, compostos por até quatro pessoas, são acompanhados por um instrutor credenciado e crianças a partir de 10 anos já podem mergulhar.

Com estrutura completa de lazer e ecoturismo, a Nascente Azul conta ainda com flutuação em águas cristalinas, trilhas para contemplação da mata, balneário com praia, quiosques e circuito de aventura sobre o lago, pêndulo humano, tirolesa, bar e restaurante, além de vários pontos instagramáveis, que vão fazer sucesso nas suas redes sociais.

Nascente Azul

Rodovia Bonito Bodoquena, km 22 – Bonito/MS

Telefones: (67) 3255-2297 / (67) 3255-1496 (WhatsApp)

Continue Lendo

Passeios e Viagens

Paraty anuncia Festival Gastronômico entre os dias 5 e 7 de novembro

Publicado

em

O mês de novembro chega temperado com o Festival Gastronômico de Paraty, que acontecerá de maneira híbrida (tanto presencialmente quanto online), entre os dias dia 5 a 7.

Com aulas, rodas de conversa e palestras com chefs locais e convidados, além de lives de experts da cena gastronômica do país, bem como outros profissionais do setor, o Festival promete coroar o fim do ano com muita conversa e comida boa.

Para esta edição, o tema é “Sementes”, inspirada na clássica frase de que “o homem não se vive só de pão”. Poucas coisas na Terra são tão milagrosas e vitais como as sementes e perduram até hoje em muitos dos pratos e tradições, tendo como ingredientes de pratos ao redor do mundo.

Neste ano, os visitantes contam com aulas em locais privilegiados, como o mercado de peixe, feira da agricultura familiar e a antiga cadeia do icônico Largo da Santa Rita.

O destaque desta edição é o fortalecimento da relação entre produtores locais, chefs de cozinha e o público.

Programação

Durante os dias de Festival diversos restaurantes da cidade e arredores preparam um menu especial com a temática do evento, com o objetivo de estimular a economia, criatividade e visibilidade da gastronomia local assim como da cadeia produtiva, já que, um dos desafios é utilizar ingredientes da região e de produtores locais.

Com uma programação reduzida, o Festival Gastronômico de Paraty propõe em 2021, um encontro por meio de intercâmbios com chefs renomados da gastronomia brasileira, chefs locais e produtores, pesquisadores, agrônomos e nutricionistas.

A edição acontece de forma híbrida; para além do online com lives e vídeos, o festival ocupa a antiga cadeia, mercado do peixe e feira do agricultor familiar. A programação contará com aulas, shows, exposição fotográfica, concurso de receitas e degustações de materiais produzidos entre os chefes locais e um convidado surpresa. Toda atividade além do virtual será ao ar livre e gratuita, onde uma equipe de monitores prestará orientações pelas boas práticas e distanciamento social indicado, assim como sinalização e normas de higiene sugeridas pelos protocolos que regem na cidade.

Onde ficar em Paraty

Ampliar o conceito de hospedagem para oferecer uma experiência única em Paraty é a proposta da Pousada do Sandi. Ícone de elegância e hospitalidade na cidade histórica, a primeira pousada de luxo de Paraty, no coração do Centro Histórico, oferece condições especiais para durante o Festival Gastronômico.

O casarão do século XVIII que abriga a Pousada do Sandi já foi a Casa da Moeda, durante o ciclo do ouro, e a primeira escola de Paraty. A construção colonial estava abandonada, em meados dos anos 80, quando o empresário Alexandre Adamiu se apaixonou por sua esposa, Sandra Foz, e pela cidade que ela amava.

Grande empresário do cinema, presidente da Paris Filmes, Alexandre era também um visionário. Conta-se que foi em uma noite alegre, entre amigos, pelos bares da cidade, que ele decidiu arrematar o casarão, que reúne um conjunto de seis casarões, em uma esquina, no coração do Centro Histórico. Depois de uma longa reforma, ele presenteou Sandra com a Pousada do Sandi, perto de 1990. A pousada foi batizada em homenagem ao filho único do casal.

A Pousada do Sandi já nasceu como uma estrela. Alexandre teve ainda a ideia incluir um anúncio da pousada nas fitas VHS distribuídas pela Paris Filmes. Foi um sucesso. A Pousada do Sandi logo se tornou uma referência no imaginário dos brasileiros. Há dez anos, o próprio Sandi e sua mãe, Sandra, assumiram a administração da pousada, conservando a tradição do bem receber e a vontade de inovar e se renovar, sempre.

Continue Lendo

Passeios e Viagens

Pirenópolis recebe primeira hospedagem em estilo glamping domo geodésico

Publicado

em

Estância aposta no conceito de glamping, que traz glamour ao camping aos pés das serras que circundam a cidade. Local também conta com medidas de acessibilidade e visa hospedar casais

A vista do Cerrado à noite, com um céu quase sempre estrelado e com as serras ao fundo compondo o cenário com o luar, sempre é um bom atrativo para quem visita e quer hospedar em meio à natureza em Pirenópolis, cidade histórica localizada entre as capitais Brasília (140 km) e Goiânia (120 km). Esse encanto ganhou mais uma atração com a chegada do primeiro glamping no estilo domo geodésico na região, hospedagem que reúne os conceitos de “glamour” e “camping” e se destina às pessoas que buscam contato com o meio ambiente em um acampamento sofisticado. Dessa forma, a experiência aproxima o ambiente rústico com a infraestrutura e comodidades proporcionadas pelo sistema hoteleiro.

O glamping em Pirenópolis chama Olho do Dragão Mountain House e se localiza na Shambala Piri, uma estância de casas de veraneio a sete quilômetros da cidade. Ele contempla os viajantes que buscam mais contatos com a natureza, mas não querem deixar de lado o conforto proporcionado pelos hotéis, resorts e pousadas.

“O glamping permite contemplar todos os benefícios da natureza, mas sem perder esse conforto com um banho quente, o uso de ar-condicionado durante um dia quente, se aquecer com o calefator ou até mesmo acessar a internet para resolver alguma demanda do trabalho ou entrar em contato com os amigos e familiares”, explica o empreendedor e idealizador do projeto, Neylon Jacob, que conheceu experiências de glamping em outros países.

Com mais de 100 metros quadrados, o glamping de Piri está a dois metros do chão. Foi implantado em um grande deck de madeira. É composto de uma tenda geodésica com área interna de 38m²,  revestida com lona especial – material utilizado em glampings pelo mundo – com calefação interna, ar condicionado, canais de streaming e wi-fi, além de amenities e blends. O projeto trouxe uma imensa fachada translúcida que permite contemplar o amanhecer e o entardecer em meio à natureza. De todos os ângulos, da cama ou da bancada da cozinha, que é adaptável para o home office também, será possível contemplar a paisagem.

Junto à tenda, uma área descoberta oferecerá rede horizontal suspensa e uma banheira de hidromassagem com cromoterapia com vista para a Serra. “Neste último caso, a hidro contará com quatro cores (amarelo, verde, vermelho e azul) com o objetivo de mudar as vibrações do corpo na frequência da saúde, do bem-estar e da energia”, detalha Jacob.

O primeiro glamping da cidade explora o conceito de domo geodésico, também inédito na cidade. Trata-se de uma estrutura arquitetônica que reúne polígonos ligados em linha reta, geralmente em formato triangular, que formam uma esfera ou parte dela. Apesar de o conceito existir há milhares de anos, os primeiros domos construídos na arquitetura remontam ao ano de 1922, na Alemanha. Desde então, a estrutura começou a ganhar o mundo e, quase um século depois, chega a Pirenópolis para proporcionar uma experiência mais íntima com a natureza.

Casais e público com necessidades de locomoção

O glamping Olho do Dragão comporta duas pessoas e foi preparado com o objetivo de receber casais. De acordo com levantamento feito pelo site de reservas de hospedagem Hoteis.com, em 2020, revelou que 30% gostariam de fazer uma viagem a sós, sem a presença dos filhos. 43% ainda afirmaram que gostariam de viajar com os amigos sem precisar se preocupar com mais ninguém, como os filhos. Esse desejo pode ser o resultado de um longo período de restrições provocada pela pandemia da Covid-19, que levou muitas famílias a ficarem em casa sem a opção de viajar. Tal situação pode ter despertado a necessidade de passar momentos mais reservados.

Outra aposta do empreendedor foi atender ao público com necessidades de locomoção. Mesmo construído a dois metros do chão, o Olho do Dragão, conta com rampas e ambientes adaptados para cadeirantes. De acordo com Jacob, os móveis foram projetados e distribuídos pelo glamping para não atrapalhar a circulação pelo espaço e com condições de acessibilidade.

“Um dos principais problemas de Pirenópolis, principalmente para quem anda pelas ruas, é a falta de acessibilidade. Por isso, pensamos em um projeto que proporcione conforto e permita ao viajante cadeirante a possibilidade de aproveitar as belezas da natureza”, destaca Jacob.

Inspiração

O glamping recebeu o nome de Olho do Dragão porque tem o objetivo de despertar os hóspedes para a fantasia que gira em torno dessa figura mística. Toda a arquitetura da casa lembra um olho e a própria janela e iluminação interna em tons mais quentes tem o objetivo de lembrar o olho de um dragão. “Nossa inspiração foi na cultura oriental, que considera o dragão como figura benevolente que representa força, nobreza e sorte. Ao longo dos séculos, foi visto como símbolo de riqueza espiritual e de poder imperial, responsável por prover fortuna, abundância e prosperidade”, destaca o empreendedor.

A nova atração de Pirenópolis está disponível para locações no portal do Airbnb e no site www.temporadaempiri.com.br  Ela também conta com amenidades exclusivas feitas com uvas chardonnay, preparados pelo Grupo Famiglia Valduga, e são compostas por condicionador, loção corporal hidratante, sabonete e shampoo. O espaço ainda oferecerá um vinho chardonnay, safra argentina, para os hóspedes no mês de inauguração. “A uva chardonnay é originária da França e formam vinhos mais cremosos e combinam muito bem com o fim da tarde e o pôr-do-sol por ser muito aromático e fresco e que pode acompanhar carpaccio, salmão e bacalhau”, destaca o sommelier José Filho, da Enoteca Decanter, responsável pela assessoria do Shambala Piri. Além disso, o espaço também oferecerá cafés da linha Starbucks no período de inauguração

Continue Lendo

Populares