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Passeios e Viagens

Praias do estado de São Paulo

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Conheça toda a maravilha da costa paulista para você aproveitar o melhor do sol e calor. Desbravamos o litoral brasileiro, para você aproveitar o melhor do verão. Conheça agora, a costa paulista

Bertioga
A cidade garante férias completas com suas belezas naturais e atrações para toda a família. Quem gosta de praia, mas não abre mão de infraestrutura vai gostar de Bertioga. Por ali, o reduto mais badalado é a Riviera de São Lourenço, onde não faltam casas de alto padrão, serviços de primeira e muito agito nos bares, restaurantes e festas do local. Outras praias, como Guaratuba e Boracéia, atraem famílias e grupos em férias. As opções de lazer disponíveis que incluem passeios de barco, caiaque, canoa e trilhas ecológicas atraem cada vez mais turistas e amantes da natureza. A paisagem é rica e promete agradar: além das praias, a região abrange mangues, rios, cachoeiras e muita mata, característica da Serra do Mar.

Santos
Um dos berços do futebol arte brasileiro, também é a maior cidade do litoral paulista. Santos oferece boa infraestrutura e boas águas para o mergulho. Traz o maior jardim de orla do mundo e com uma ciclovia que acompanha toda a sua extensão. Ideal para relaxar e curtir a família, além das práticas de esportes na areia e na água. Uma das principais atrações é a Linha Turística de Bonde, com veículos da época que foram restaurados em suas características originais. Outra opção de lazer, principalmente para crianças e apreciadores de vida marinha é o Aquário Municipal, com mais de 120 espécies de peixes. Apesar da atmosfera familiar e de natureza presente em Santos, o centro histórico foi totalmente revitalizado e está mais charmoso do que nunca, com novos bares modernos e bons restaurantes. Quanto à hospedagem os turistas podem ficar tranquilos, pois existem hotéis para todos os bolsos.

Guarujá
Um dos principais destinos do turista paulistano durante todo o ano. O caos enfrentado no trânsito em cada feriado prolongado vale a recompensa. Estar em contato com o mar, sentir os bons ares do litoral, faz esquecer um pouco dos problemas do cotidiano. O Guarujá fica bem próximo a capital, são apenas 90 km entre as duas cidades. Lá é possível encontrar muita agitação, durante a alta temporada e feriados. São 27 praias de belezas únicas, algumas bem pouco conhecidas. Além das praias, o Guarujá também conta com: trilhas, mirantes com vista para região do litoral, ilhas isoladas, fortes, fortalezas e pavilhões antigos. Detalhes que fazem a imaginação voar e voltar no tempo.

Caraguatatuba
Tem praias e atrações que agradam aos mais diferentes gostos. Surfistas, turmas de amigos que querem viajar gastando pouco, famílias e até o pessoal da high society frequentam Caraguatatuba. Na região do centrinho, as praias não se destacam tanto quanto o movimento e as atrações do lugar: há shopping, muitos restaurantes e pousadas, a maioria no estilo popular. Lá o agito é certo e fica por conta dos bares, festas e shows de verão que atraem multidões. Mas ainda há outras praias espalhadas pela região, como a Martim de Sá, que atrai a galera do surf, e Tabatinga, que é mais reservada e abriga condomínios de luxo, lanchas cruzando o mar e bons hotéis.

Caraguatatuba_

Ilhabela
A fórmula certa para quem deseja recarregar as energias à beira-mar. Com suas águas azuis, Ilhabela é um local perfeito para descanso e para pessoas que gostam de contato com a natureza. Mesmo nas praias mais agitadas, como a do Curral e a da Feiticeira, com muitos bares e procurada pelos jovens, o clima de sossego impera. Para quem gosta de se aventurar ao encontro de paisagens mais remotas também não faltam opções, como as praias de Castelhanos e Bonete. A praia do Pinto é ideal para prática de windsurf e esportes aquáticos. Durante o inverno, na segunda semana de julho, ocorre a Semana Nacional da Vela, um dos esportes mais praticados na ilha. Aliás, Ilhabela é conhecida como a capital da vela. O ano todo, as opções de hospedagem são bastante amplas e vão desde charmosas pousadas bem confortáveis até hotéis mais estruturados. Mas é preciso lembrar, que o local está longe de ser um dos destinos mais baratos do litoral norte do estado de São Paulo.

São Sebastião
Suas praias estão entre as mais famosas e badaladas do litoral norte paulista. Em São Sebastião, elas são cheias de personalidade e se espalham pelos 100 quilômetros da costa do município. Quem busca a opção de praia deserta deve ficar com Juréia, as outras são perfeitas para o surf, como: Camburi, Maresias e Camburizinho. Uma boa alternativa também é presenciar um pôr-do-sol espetacular em Boiçucanga. Destinos não faltam para quem deseja aproveitar uma boa praia – seja para sossegar, paquerar ou praticar esportes. Em Maresias, ainda há o Sirena, uma das baladas mais famosas de todo o litoral norte e lugar de conhecer gente bonita.

Ubatuba
Durante feriados prolongados recebe uma verdadeira multidão de paulistanos loucos para recarregar as energias e dar um tempo no estresse. Jovens, casais e famílias inteiras encontram na cidade opções que vão desde pontos para surf – como a famosa Itamambuca – até pedaços de areia banhados por mar manso e perfeito para as crianças – como na praia do Lázaro. Quem procura agitação noturna tem como destinos certos os bares na Praia Grande ou Tenório. No centro, é possível visitar feirinhas de artesanato ou fazer um passeio nos parques de diversão instalados à beira-mar.

Itanhém
Cidade muito movimentada e de preços bem acessíveis. Itanhaém tem boa estrutura e suas praias costumam lotar no verão, principalmente devido a colônias de férias da região, que promovem muitas atividades e reúnem famílias e o pessoal mais jovem. Além das praias com orla urbanizada, há algumas construções históricas e pontos turísticos para serem visitados, como a Cama de Anchieta, formação rochosa que, segundo a lenda, foi um dos refúgios preferidos do beato José de Anchieta.

Itanhem-praia

Peruíbe
Está entre as cidades mais procuradas da baixada santista. Peruíbe tem natureza, bastante movimento durante o verão e praias de sobra. Frequentada principalmente por famílias em férias, em sua orla urbanizada é possível fazer tranquilas caminhadas ou passeios de bicicleta.

Iguape
É uma das cidades mais antigas do estado e está inserida na área da Estação Ecológica Juréia-Itatins. Pequenina, Iguape possui um centro histórico com construções dos séculos XVIII e XIX, época de seu auge econômico. Há museus e construções abertas para visitas, como a Basílica do Bom Jesus do Iguape. As praias de são, em sua maioria, desertas. Algumas têm acesso proibido por fazerem parte da estação ecológica.

Cananéia
Possui extensa área de mata, rios, lagoas, mangues, dunas, praias e muitas cachoeiras, a maioria acessível por trilha. Tudo isso em Cananéia, uma das cidades mais antigas do litoral, cuja vila ainda mantém charmosas construções históricas. A orla da Avenida Beira Mar promete boas caminhadas em um cenário relaxante e as famosas ostras podem ser encontradas sempre frescas e com facilidade. Além de ser muito procurada como ponto de partida para a Ilha do Cardoso e para as ilhas próximas, Cananéia vale a visita para quem quer conhecer sua vida marinha abundante e sua natureza preservada. Os restaurantes de frutos do mar são uma ótima pedida por ali e para se hospedar há opções de hotéis e pousadas simples.

Ilha do Cardoso
No extremo sul do estado, um lugar de encher os olhos com sua beleza natural. Quem vai à Ilha do Cardoso precisa se preparar para andar bastante a pé e encontrar pousadas e restaurantes muito simples durante a estadia e não pode esquecer itens como lanterna, repelente e boné. Ah, e o mais importante: saber que a beleza do lugar compensa qualquer esforço. Grande parte da Ilha é protegida pelo famoso Parque Estadual da Ilha do Cardoso, que oferece um espetáculo de fauna e flora para quem visita a o lugar. Algumas praias são desertas e as que são habitadas servem como lares de pescadores. Os passeios de barco são uma constante no local e fazem a travessia para os vilarejos, mas fique esperto, a Ilha do Cardoso tem número limite de visitantes.

Ilha do Cardozo

Ilha Comprida
Tem atrativos diversificados. Além das praias mais movimentadas, com quiosques e pontos de pesca, a Ilha Comprida abriga praias mais desertas, acessíveis por trilha, praias boas para surf e até mesmo algumas que apresentam dunas e piscinas naturais. A região de Iguape, ao sul, possui pousadas e hotéis simples.

Ilha-Comprida-praia

Mongaguá
Possui praias boas para o surf, como Flórida Mirim, e outras boa para a pesca. Na praia Agenor de Campos, uma plataforma de 400 metros é base para pescadores 24 horas por dia. O passeio mais popular por lá é a feirinha de artesanato, frequentada por famílias e turmas de amigos. Durante o verão, o local fica bastante cheio, pois há muitas casas de veraneio.

Praia Grande
Um destino popular muito movimentado no verão. A Praia Grande tem orla urbanizada, onde é possível fazer longas caminhadas, praticar esportes, andar de bicicleta e de quadriculo. Outra opção é o Portinho, uma área de lazer ideal para passar o dia em família, pois conta com quiosques, churrasqueiras, mesas, píer para pesca e aluguel de barcos. As colônias de férias locais são outra característica da cidade e atraem muita gente na alta temporada. Toda a estrutura de serviços e comércio é bem completa e as hordas de visitantes agitam a praia durante o dia enquanto os bares e restaurantes fazem completam o serviço à noite. Além das casas de veraneio, há hotéis e pousadas, a maioria no estilo simples. Uma dica para os banhistas é checar a qualidade da água das praias antes de entrar no mar.

São Vicente
Urbanizada. São Vicente tem praias movimentadas e populares que contam com quiosques. Como algumas delas são impróprias para banho, a pesca de anzol é bem popular por lá. A cidade é famosa por sua vida noturna, que se concentra em bares e clubes na Ilha Porchat e na praia de Itararé. Cartão postal da cidade, a Ponte Pênsil leva à vizinha Santos.

Este artigo é fonte do Adoro Viagem acessem

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Dia Nacional do Turismo: opções de passeios em SP vão de montanhas a cavernas

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Para comemorar o Dia Nacional do Turismo, celebrado em 8 de maio, a Fundação Florestal (FF) separou algumas dicas que incluem cavernas, montanhas e praias. Os Parques Estaduais Caverna do Diabo e Intervales são ótimos para quem procura sossego e aventura. O Monumento Natural Estadual (MONA) Pedra do Baú é para aqueles que procuram ecoturismo e lindos cenários. Já os amantes de ilhas, podem ir para os Parques Estaduais Ilha Anchieta e Ilha do Cardoso.

A FF alerta aos turistas que existem normas para visitação desses espaços protegidos e o respeito a elas é fundamental para garantir, tanto a preservação dos locais, quanto o sucesso do passeio. Não é permitida a entrada de animais domésticos; é proibido fazer fogueiras, churrasco, queima de fogos ou qualquer ato que possa provocar incêndio no interior da Unidade de Conservação.

A instituição orienta também para que os visitantes não retirem espécies vegetais, animais ou qualquer outro item da natureza. Apenas os resíduos gerados devem ser coletados e levados de volta para descarte adequado.

Nas Unidades de Conservação que cobram entrada, o ingresso custa R$ 19,00 para brasileiros, R$ 28,00 para viajantes do Mercosul e R$ 37,00 para estrangeiros, com meia-entrada para estudantes brasileiros e estrangeiros, profissionais de educação das escolas da rede pública estadual e municipal. Para alguns atrativos, é necessária a contratação de monitoria à parte.

Para saber mais sobre outras Unidades de Conservação, acesse o site Guia de Áreas Protegidas. Já para fazer a reserva ou adquirir o ingresso, acesse https://www.ingressosparquespaulistas.com.br/home.

Parque Estadual Caverna do Diabo

Criado em 2008, o parque integra o Mosaico de Unidades de Conservação do Jacupiranga, composto por outras 13 unidades com o objetivo de proteger a Mata Atlântica. São mais de 40 mil hectares distribuídos entre os municípios de Eldorado, Barra do Turvo, Cajati e Iporanga. O parque tem como principal atrativo a Caverna do Diabo. A Unidade conta com trilhas, cachoeiras e fauna e flora variadas, com animais como jacutingas, onças e macacos, além de árvores nativas como araçás, guapuruvus e palmitos-juçaras.

Município: Eldorado
Estrada da Caverna (SP-165), km 111 + 5 km – Rodovia Benedito Paschoal de França – Bairro André Lopes
Fone: (13) 3871-1242 / (13) 3871-3318
Monitoria: Obrigatória no local
Ingresso e mais informações: https://cavernadodiabo.ingressosparquespaulistas.com.br/

Parque Estadual Intervales

Em uma área repleta de cavernas e com a presença de uma rica biodiversidade, o Parque Estadual Intervales compõe a região central do Mosaico de Unidades de Conservação da Serra de Paranapiacaba, que conserva a maior área remanescente de Mata Atlântica do Brasil, com mais de 120 mil hectares de áreas protegidas.

A rica diversidade de espécies faunísticas encontrada no Parque pode ser explicada pelos diferentes estágios de desenvolvimento da vegetação. Há uma grande diversidade de espécies de anfíbios, aves, répteis, insetos e peixes. Mamíferos ameaçados de extinção, como a jaguatirica, a onça-pintada e o macaco mono-carvoeiro, o maior primata das Américas, ainda são encontrados nas trilhas do parque.

Município: Ribeirão Grande
Estrada Municipal, km 25 –  Bairro Intervales, Ribeirão Grande/SP.
Fones: (15) 3542 1511 / (15) 3542 1245
Ingresso e mais informações: https://intervales.ingressosparquespaulistas.com.br/home

Monumento Natural Estadual (MONA) Pedra do Baú

Formado por um fantástico Complexo Rochoso, situado no meio da exuberante Mata Atlântica, da qual restam aproximadamente 8% da sua porção original, MONA Pedra do Baú está encravado na Serra da Mantiqueira e é considerado um dos principais pontos de escalada técnica do estado de São Paulo. Do alto da pedra, é possível ter uma bela vista da Serra da Mantiqueira, na região da divisa dos estados de São Paulo e Minas Gerais. Além disso, a pedra, em si, é tão evidente na paisagem que chega a ser visível de diversas localidades do Vale do Paraíba, já usada como instrumento de navegação geográfica.

Município: São Bento do Sapucaí
Estrada Municipal do Bauzinho, km 6 – Bairro Paiol Grande
Fone: (12) 3663-1977

Reserva e mais informações: https://monapedradobau.ingressosparquespaulistas.com.br/home

PE Ilha Anchieta

O Parque Estadual Ilha Anchieta (PEIA) protege a segunda maior ilha do Litoral Norte do estado de São Paulo. São 17 quilômetros de costões rochosos e sete praias de águas cristalinas que contrastam com o verde da Mata Atlântica. Os visitantes podem usufruir de caminhadas ecológicas, mergulhar em águas claras, explorar um rico patrimônio histórico cultural ou apenas contemplar a paisagem exuberante. Os principais ecossistemas do parque são o marinho, a floresta ombrófila densa, a restinga e a vegetação de costões rochosos, típicos do bioma Mata Atlântica. Há diversas espécies de aves, répteis e anfíbios, como sabiás, juritis, macacos, tartarugas, garoupas, lagartos e quatis. Há também animais marinhos, como as estrelas-do-mar, algas e peixes.

Município: Ubatuba
Endereço: Av. Plínio de França, 85 – Saco da Ribeira
Telefone: (12) 3832 1397
Ingresso e mais informações: https://ilhaanchieta.ingressosparquespaulistas.com.br/home

PE Ilha do Cardoso

O Parque Estadual da Ilha do Cardoso (PEIC) está localizado no município de Cananeia, extremo sul do Estado. Abriga diversos ambientes: costões rochosos, praias, braços de mar, estuários, barras, lagunas, restingas, manguezais, rios, planície litorânea, ilhas e montanhas cobertas por florestas.

O PE da Ilha do Cardoso possui 49 embarcações credenciadas, responsáveis pela travessia da Ilha de Cananéia até o parque, principalmente até a Praia do Itacuruçá/Pereirinha, no Núcleo Perequê, local de maior fluxo de visitação da Unidade. A Praia do Itacuruçá/Pereirinha tem limite de visitação pública de mil pessoas por dia. Os interessados em conhecer a Unidade de Conservação devem procurar a Associação de Monitores Ambientais de Cananeia (Amoamca). Importante levar calçado fechado, protetor solar e repelente.

Município: Cananéia
Endereço: Av. Professor Wladimir Besnard, s/n – Bairro Morro São João
Quando: de segunda a domingo, das 8h às 17h
Ingresso: https://ilhacardoso.ingressosparquespaulistas.com.br/home

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Estância Hidromineral de Socorro: cachaças artesanais e turismo 

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Quem gosta de uma boa cachaça artesanal não pode deixar de visitar a Estância Hidromineral de Socorro – cidade turística localizada no Circuito das Águas Paulista e referência em aventura e ecoturismo. Vale incluir no roteiro os inúmeros locais que oferecem a “branquinha”: de visitação na produção para acompanhar o processo até locais para degustação e compra. Um passeio com muita natureza e lindas paisagens, que envolvem a bebida, patrimônio histórico e cultural do país.

“Além de empregar, tem articulação no setor econômico como turismo rural. A produção de cachaça preserva a tradição da nossa região, são pequenas famílias dando continuidade à história do município. Passando de pai para filho (a)”, orgulha-se Wellen Mazzolini de Lima Moraes, filha de João Evangelista, proprietário do Alambique Pioneira. “Assim como o café, o clima e o ambiente influenciam no sabor da planta. Cultivada entre as montanhas de Socorro coberta com florestas e num solo saudável, a matéria prima tem qualidade diferenciada”, ressalta.

No Alambique Pioneira, é possível fazer tour guiado para conhecer a área de produção, moagem, caldeira, tachas e alambique. Lá são fabricadas a cachaça prata (branquinha); cachaça ouro (envelhecida no tonel de carvalho e amburana) e canelinha; mas, o carro chefe é a cachaça na cana, com sabor adocicado devido a planta in natura. São 35 anos de uma produção artesanal e familiar, que inclui melado, rapadura e açúcar mascavo, vendidos junto com as cachaças em uma pequena loja na propriedade. Mas, as cachaças também são comercializadas em Socorro, na grande São Paulo e em Maringá, no Paraná.  

Aberta ao público (R$ 25 por pessoa e gratuita para hóspedes) é a visitação no Hotel Fazenda Campo dos Sonhos. Os turistas que chegarem por volta das 10h terão uma visitação monitorada, em que será demonstrado todo o processo de produção de cachaça, desde a plantação de cana até o alambique, que mantém um engarrafamento próprio. O resultado é a cachaça do Campo dos Sonhos.

Já a Villa Empório realiza o envelhecimento da cachaça fornecida por três alambiques. São seis meses “curtindo” as bebidas em barris de bálsamo, carvalho e amburana. A mais procurada é a com menor teor alcóolico; todas vendidas no empório. Também fazem as cachaças “temperadas”, com morango, mel e limão, chocolate com pimenta, café, jabuticaba, uvaia e pitanga.

Outro que saboriza de forma artesanal a bebida é o Sabores do Currupira, que desde 2015 atua no turismo rural. As cachaças são armazenadas em barris onde são curtidas com frutas e a própria cana. São seis tipos de cachaças: pura, banana, carvalho, café, rapadura e a mais vendida que é a cachaça na cana. Além do quiosque no Horto, a cachaça pode ser encontrada na Grínberg´s Village Hotel e vendem para todo Brasil por meio de aplicativo.

Empório do Cristo e a Cachaçaria Santo Mé vendem várias cachaças citadas acima.

Caipirinha e doses

Os turistas que forem almoçar ou curtir o pôr do sol na Pedra Bela Vista vão poder experimentar a cachaça da Pedra, saborizada por eles mesmos com capim santo, servida em dose ou no drinque Stone Mood, que ainda leva rum Malibu, limão e água com gás.

Da mesma forma, é a aposta na cidreira do restaurante do Vale das Pedras, que tem como especialidade a Caipirinha de Cidreira com Limão. A cidreira é plantada e colhida na própria fazenda, assim está sempre fresca para o preparo do drinque com a cachaça artesanal. Outra opção é saborear as cachaças branquinha, amarelinha envelhecida e na cana.

O Rock & Soul bar tem no cardápio vários tipos de caipirinhas, algumas delas feitas com cachaça branca, como é o caso da caipirinha de cachaça feita com pitaya, um dos sucessos da casa. SE a preferência é por dose, servem as cachaças branca e ouro, ambas artesanais.

Descubra Socorro: Estância Hidromineral de Socorro é o portal de entrada do Circuito das Águas Paulista, composto por nove municípios. Já é referência nacional em turismo de aventura e turismo acessível e se dedica para se tornar também um destino sustentável e pet friendly. Para isso, diversas ações de conscientização são criadas e envolvem moradores, empresários e turistas. Gastronomia variada, lazer para toda família e a melhor experiência em atividades culturais e passeios cercados pelas belezas naturais da Serra da Mantiqueira. Visitas guiadas ou autoguiadas em mais de 1300km de caminhos rurais disponíveis ao público. Em 2021, a “cidade aventura” – com mais de 20 atividades de aventura e ecoturismo – recebeu o selo Safe Travels (viagens seguras) concedido pela World Travel & Tourism Council (WTTC). Além de ser finalista nas categorias Aventura e Ecoturismo, foi vencedora no Top Destino Social, no prêmio Top Destinos Turísticos. E ainda, Socorro passou a ser a primeira cidade brasileira qualificada como membro da rede Cittaslow, uma associação internacional de localidades “onde viver é bom”.

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Dia Mundial do Café – Socorro: de tour na plantação ao cafezinho na xícara

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No Dia Mundial do Café, comemorado em 14 de abril, que tal unir café e turismo?  A Estância Hidromineral de Socorro – cidade turística localizada no Circuito das Águas Paulista e referência em aventura e ecoturismo – é o lugar ideal para esta conexão. Entre uma diversão e outra e lindas paisagens, a cidade oferece visitação no cafezal, café em pó, café em grãos, drinques, bebidas e o tradicional, tudo com muita história e cultura.

A dica é começar pelas plantações. A Fazenda 7 Senhoras Speciality Coffee, com mais de 100 anos de história, tem o Coffee Tour. São 365 hectares, 55 cultivados com mudas de café dos tipos Catuaí vermelho, Catuaí amarelo, Mundo Novo e Bourbon amarelo. Lá, o visitante conhece todas as etapas do processo de produção de um café especial, da planta até a xícara. Passa pela plantação, manejo de colheita, pós-colheita, centro de beneficiamento, classificação e torra. Para finalizar, o barista extrai o mesmo café em três métodos de preparo. A visitação dura cerca de 1h30. É necessário agendar com antecedência pelo site.

Preocupados com o meio ambiente, entre outras coisas, as cápsulas dos quatro tipos do café 7 Senhoras são biodegradáveis. Orgulham-se de, por duas vezes, serem primeiro lugar no concurso de cafés, do Circuito das Águas Paulista – em 2015 e 2016 – na modalidade cereja descascado. Os cafés estão à venda na própria fazenda, no site e em vários locais da cidade.

Outro lugar para conhecer todo o processo é o passeio guiado “do cafezal ao cafezinho”, dos Hotéis Fazenda Campo dos Sonhos e Parque dos Sonhos. São 40.000 pés de café que podem resultar em 50 toneladas/ ano dos cafés Catuaí Amarelo, Vermelho, Bourbon, Mundo Novo (Brasil). A torra é apenas com o café de qualidade, ou seja, o arábica. O Café do Campo em pó, em grão e em cápsulas (compatíveis com sistema Nespresso) é comercializado nas unidades da Rede dos Sonhos. Mas, enviam pelo correio. Com foco na sustentabilidade, a plantação é feita toda em curva de nível para manter a umidade do solo e diminuir a erosão.

No Sabores do Currupira são mais de 47 anos de dedicação, do plantio ao produto final. Tudo de forma artesanal e familiar e com a preservação da área de plantação – cerca de 2 hectares -, por meio do projeto agrofloresta, que promove a agricultura e a conservação das matas. Entre outras ações, não usam agrotóxicos. A propriedade rural – com capacidade de produção de 2 toneladas de café seco por ano – manufatura os cafés Mundo Novo e Catuaí amarelo e vermelho. E o processo produtivo é o arábica. São vendidos em pó ou em grãos no sítio e no quiosque próprio que fica no Horto Florestal; em ambos também é possível tomar o café coado na hora. Do café também fazem geleia, um sucesso entre os turistas, e uma cachaça.

Já no Rancho Pompéia, o café in natura de uma fazenda localizada no bairro Serrote, ganha personalidade com a torra artesanal (com Cadastro Estadual de Vigilância Sanitária), processamento e empacotamento. O café vendido na propriedade rural é moído na hora, mas também é comercializado em grãos. Ambos podem ser enviados pelos correios. No “café caipira”, entre os 20 itens, também é servido o bolo de café. É preciso agendar com antecedência.

O Serrote é um bairro com condições climáticas, solo e altitude que favorecem a produção de café de excelência. O café no Villa Empório também é de lá, de uma propriedade com mais de 100 anos de história e já na terceira geração da família. A plantação nos 20 hectares produz em torno de 2000 sacas anuais nas variedades Mundo Novo e Catuaí. Vendem o café em grão, em pó e também o Café da Roça, preparado no coador de pano, na hora e coado pelo próprio cliente. Mas, também tem o Macchiato, Capuccino, Café Gelado, entre outros.

Para beber

O café brasileiro ocupa lugar de destaque entre os melhores cafés do mundo e mistura-lo ao leite é um dos maiores costumes no Brasil. O Rock & Soul Music Bar adicionou a esta mistura outra bebida brasileira tradicional: a cachaça. Batizado de “Café brasileiro”, é servido gelado em uma bela taça com fundo de doce de leite, para que o cliente adoce a bebida a gosto.

Já o Empório Caipira oferece cafés especiais, frappês e milk shake, com a bebida, por exemplo.

Trilha Café trabalha exclusivamente com o café da Fazenda 7 Senhoras. Do simples café puro coado e expresso a bebidas com acompanhamento, são cerca de 20 opções. Destaque para o Cappuccino gelado com café, leite e chocolate 50% cacau e o Frappé com sorvete de leite, que pode acompanhar Nutella, Ovomaltine ou doce de leite argentino.

A cesta para piquenique do Parque Vale das Pedras, montada com produtos artesanais da cidade, também tem o café da Fazenda 7 Senhoras. Já no Chalés Santa Catarina o mesmo produto está no café da manhã, servido na varanda e degustado enquanto se aprecia uma bela paisagem.         

Chegada do café no Circuito das Águas Paulista

O café chegou à região de Campinas por volta de 1835. Encontrou excepcionais condições de clima e solo, além de uma condição socioeconômica em transformação, e atingiu as montanhas e vales do Circuito das Águas Paulista.

Com o fim da escravidão, o sistema de produção mudou muito e começam a desembarcar nas fazendas da região imigrantes do Norte da Itália, além de espanhóis, árabes e outras nacionalidades que buscavam oportunidades no Brasil e que foram acolhidos nessa região.

Em 1887, o imperador Dom Pedro II fundou o Instituto Agronômico de Campinas (IAC), que, até hoje, dá sustentação técnica à evolução do processo tecnológico do café para todas as regiões produtoras do Brasil.

Neste contexto socioeconômico, constituiu-se as bases para que a região do Circuito das Águas Paulista se consolidasse como uma região histórica de produção de cafés especiais.

As lavouras situam-se nas ramificações da Serra da Mantiqueira entre 850 a 1350 m de altitude, com clima ameno de montanha.

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