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Dica para mães: Como escolher e usar o inalador em crianças

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Quando se trata de um instrumento feito para auxiliar na saúde de uma criança, as mães sempre procuram o melhor, não é mesmo?

Se você tem um bebê ou uma criança em casa, algo que nunca poderá faltar é um Inalador. Motivo? Em meses de temperaturas baixas é muito mais comum que crianças e bebês desenvolvam problemas respiratórios e os inaladores são grandes aliados nestes momentos.

O que são inaladores?

Inalador é um tipo de dispositivo usado para ser feito a administração de medicamentos através das vias aéreas.

São dispositivos ou aparelhos usados no tratamento de doenças pulmonares como asmas, bronquites, sinusites, entre outras.

No mercado, você poderá encontrar três tipos diferentes de inaladores. Cada um desenvolvido com certas finalidades e para problemas específicos.

Inalador dosimetrado

Inaladores dosimetrado também são conhecidos como MDI, Metered dose inhaler.

Estes são um dos tipos mais comuns de inaladores. Todo o medicamento é armazenado em solução em um recipiente pressurizado e misturado com um propelente.

O recipiente metálico é montado em um plástico que irá permitir a ativação manual.

Durante essa ativação, o inalador dosímetro irá liberar a dose do medicamento em aerossol.

Inalador de pó seco

Esses tipos de inaladores também possuem designação, DPI, em inglês “Dry pownder inhaler”.

Este dispositivo irá liberar doses medidas do medicamento em formato em pó, que é inalada também através de um dispositivo de ativação manual no inalador.

Nebulizadores

Os nebulizadores, ou inaladores como muitos conhecem, são próprios para administrar o medicamento em forma de aerossol a partir de uma formulação aquosa

Este tipo de nebulizador é mais conhecido por ser muito usado em hospitais ou postos de saúde em pacientes que possuem a necessidade de medicamentos diretamente aplicado nos pulmões.

Dicas de como escolher o melhor inalador

Comprar algo que não seja de boa qualidade, pode acabar prejudicando ainda mais a saúde da criança.

E para ajudar nessa escolha, separamos as melhores dicas de como escolher o melhor inalador para criança. Veja

Inalador silencioso

Se você possui um bebê ou uma criança pequena, é importante escolher o inalador mais silencioso e rápido que encontrar.

Aparelhos barulhentos podem deixar as crianças agitadas, impedindo que elas queiram tomar a medicação através do inalador.

Inalador rápido

A rapidez do inalador também é importante, e na hora de ver qual melhor inalador 2020 isso é essencial, pois caso a criança esteja tendo uma crise, quanto antes o medicamento for totalmente administrado, melhor.

Tenha aprovação da Anvisa e FDA

Na hora de comprar o inalador é importante verificar se possui aprovação da Anvisa e da FDA, para garantir que é de boa qualidade.

Caso você se depare com algum modelo sem nenhum certificado de aprovação, é aconselhável não comprar pois o aparelho pode vir com defeitos e prejudicar o tratamento de seu filho.

Seja portátil

Escolha um aparelho portátil que possui pilhas e, ou, que pode ser carregado através de cabo USB.

Dessa forma você levar o aparelho para qualquer lugar que for e poderá fazer inalação em seu filho caso precisem viajar.

Seja fácil de limpar

Comprar um aparelho que dificulte a hora da limpeza, não é aconselhável. Afinal, você precisará fazer a higiene do aparelho sempre que necessário, para que não comprometa a eficácia dos medicamentos.

Por essa razão, é sempre bom escolher um aparelho que seja fácil de desmontar para fazer a limpeza.

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Dor no joelho: O que fazer e o que não fazer nas lesões da cartilagem

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Muitas pessoas se queixam de uma dor chata no joelho, que piora quando desce degraus ou faz algum tipo de esforço. A dor melhora ou desaparece com o repouso, por isso a pessoa demora para buscar ajuda. Essa dor pode ser o sintoma de uma lesão na cartilagem. Lesões da cartilagem não tratadas podem evoluir e aumentar de tamanho. A boa notícia é que a chegada no Brasil de produtos como a membrana e o hidrogel de colágeno tem melhorado muito o tratamento desse problema.

Lesões da cartilagem articular representam um desafio clínico na ortopedia. A alta prevalência de danos e a falta de capacidade de cura espontânea do tecido deixa uma população de pessoas relativamente jovens e saudáveis expostas ao risco de desenvolver artrose precocemente.

Os procedimentos artroscópicos revelam a presença de traumas condrais em mais de 60% dos pacientes com queixas nos joelhos e as taxas de incidência anual de lesões condrais quase triplicaram entre 1996 e 2011.

Ainda existe muito desconhecimento sobre o tratamento das perdas da cartilagem. O tratamento mais usado é a osteocondroplastia realizada por artroscopia, que consiste na simples remoção de pedaços soltos de cartilagem, a famosa “raspagem”. Embora isso forneça alívio sintomático em curto prazo, a cartilagem restante é mais suscetível ao desgaste e degeneração. Comprovadamente esta técnica não funciona e deveria ser evitada.

Outra intervenção comum é a microfratura, que envolve a perfuração do osso que fica embaixo da cartilagem, chamado osso subcondral, para permitir o sangramento e a formação de um coágulo de medula óssea para preencher o defeito. Esta abordagem resulta na formação de tecido de fibrocartilagem mecanicamente inferior. O alívio é apenas temporário e, pior que isso, a agressão ao osso piora o risco de artrose. Mais recentemente, tentou-se produzir furos menores, a chamada nanofratura, mas o resultado é o mesmo. A agressão ao osso subcondral deve ser descartada.

O transplante autólogo osteocondral (OATs), é um transplante aberto de cartilagem da própria pessoa para ela mesma. Nesse procedimento, plugues osteocondrais (pedaços de osso com cartilagem) são colhidos de áreas mais periféricas da articulação e transferidos para o defeito. Contudo, a cartilagem transplantada pode causar morbidade na área doadora, pode não se integrar bem com a cartilagem existente. O uso do OATs é limitado a lesões pequenas e profundas, com prejuízo não só da cartilagem, mas também do osso, o que é pouco comum.

Então o que fazer?

O método mais atual e que vem ganhando a preferência dos especialistas em cartilagem utiliza técnicas de medicina regenerativa e engenharia de tecidos, que estimulam a produção de cartilagem pelo próprio corpo do paciente. Baseadas no uso de “scaffolds” que sustentam células, são um campo fértil de pesquisas e publicações. Na prática, atualmente temos duas opções disponíveis no Brasil para aplicação nos pacientes:

Membrana de colágeno (Chondrogide™, da empresa suíça Geistilich): muito versátil, no início era indicada junto com as micro ou nanofraturas do osso subcondral para reter o coágulo proveniente da medula óssea. Essa técnica ficou conhecida como AMIC. Atualmente, para evitar o dano ao osso subcondral, muitos especialistas têm preferido não fazer a micro/nanofratura. É possível adicionar células através de procedimentos simples como o BMA (Bone Marrow Aspirate) ou através do kit Lipogens (gordura microfraturada). O uso de cartilagem triturada (minced cartilage) é uma alternativa nova que vem dando bons resultados.

Hidrogel de colágeno (CaReS-1S™, da empresa austríaca Arthro Kinetics): a vantagem deste produto é que ele utiliza a migração celular dos condrócitos da borda da lesão, não necessitando micro/nanofraturas nem adição de outras fontes celulares.

Existem ainda pesquisas utilizando fontes celulares como condrócitos ou células-tronco purificados e expandidos em laboratório, mas estes produtos, por enquanto, não estão disponíveis para uso clínico. Devido ao custo elevado, vem sendo questionado se um dia poderão ser viáveis para uso clínico de rotina. Principalmente porque os resultados da membrana e do hidrogel têm sido muito bons.

Sobre a fonte:

Dr. Alessandro Rozim Zorzi

Graduado na Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto – USP em 1999; fez residência médica em Ortopedia e Traumatologia na Unicamp; especialista em Cirurgia do Joelho e Doenças Inflamatórias no Hospital de Clínicas da Unicamp, onde também fez mestrado e doutorado em Ciências da Cirurgia; fez curso de Especialização em Pesquisa Clínica PPCR Harvard Medical School e em Ética da Pesquisa com Seres Humanos na Unesco.

É supervisor do Programa de Residência Médica em Ortopedia e Traumatologia da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp; membro relator do Comitê de Ética em Pesquisa da Unicamp; médico do Corpo Clínico do Hospital Israelita Albert Einstein em São Paulo, onde atuou como Plantonista em Ortopedia de 2007 a 2020 e como Pesquisador Médico de 2017 a 2020; é professor de Medicina na Faculdade São Leopoldo Mandic em Campinas-SP.

É membro: do Comitê de Medicina Regenerativa da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT); Comitê Musculoesquelético da Federação Mundial de Hemofilia (WFH); Sociedade Brasileira de Cirurgia do Joelho (SBCJ); Sociedad Latinoamericana de Rodilla e Desporto (SLARD), International Society of Arthroscopy, Knee Surgery and Orthopedic Sports Medicine (ISAKOS) e da International Cartilage Regeneration and Joint Preservation Society (ICRS).

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Pessoas que tiveram AVC têm mais risco de infarto, indica estudo

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Estudo conduzido na Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FM-USP) com 120 pacientes mostrou uma relação entre o histórico de acidente vascular cerebral (AVC) isquêmico e o risco de novas doenças vasculares, incluindo outros episódios de AVC e até mesmo infarto do miocárdio. O trabalho foi publicado na revista Cardiology and Cardiovascular Medicine.

No Hospital das Clínicas da FM-USP, os pesquisadores avaliaram um parâmetro chamado “escore de cálcio” em 80 pacientes acometidos por AVC isquêmico e em outros 40 voluntários sem histórico da doença. Obtido por meio de exames de tomografia, esse parâmetro serve como indicador de risco de depósito de gordura nas artérias (aterosclerose) do coração. Pacientes com um escore maior que zero correm mais risco de ter artérias doentes, mesmo que não manifestem nenhum sintoma.

“Dentre os pacientes que tiveram AVC, 85% tiveram um escore de cálcio acima de zero, em contraste com 57,5% dos indivíduos sem AVC. Pacientes com AVC e placas de aterosclerose em artérias cervicais e intracranianas tiveram os escores de cálcio mais altos que os demais participantes da pesquisa. Isso não quer dizer que essas pessoas terão necessariamente um infarto ou outro AVC, mas o fato de terem esse resultado mesmo já fazendo tratamento para evitar o problema acende um alerta”, diz à Agência FAPESP Ana Luíza Vieira de Araújo, primeira autora do estudo, realizado durante seu doutorado na FM-USP.

O trabalho integra um projeto financiado pela FAPESP (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo) e coordenado por Adriana Bastos Conforto, livre-docente e orientadora de pós-graduação da FM-USP.

“Hoje, os pacientes que tiveram AVC têm indicação de medicamentos que por si só deveriam prevenir a doença coronária. São controlados fatores de risco para aterosclerose, como hipertensão arterial e diabetes. Mesmo assim, eles tiveram um escore de cálcio que sugere uma maior propensão a um novo AVC ou a um infarto”, explica Conforto. O estudo foi coorientado por Márcio Sommer Bittencourt, médico do Hospital Universitário (HU) da USP.

O cálcio é um componente natural do sangue e sua circulação pelas veias e artérias é normal. O mineral pode se acumular em placas de aterosclerose, doença que causa enrijecimento das artérias e favorece sua obstrução por coágulos (trombose). Nesses casos, ocorre a diminuição do fluxo de sangue para órgãos como o coração (levando a infarto do miocárdio) ou o cérebro (levando ao AVC isquêmico). Essas doenças estão entre as principais causas de morte no Brasil.

Acompanhamento de pacientes

A pesquisa chama a atenção para a necessidade de um acompanhamento mais atento dessas pessoas, que têm risco aumentado de sofrer um novo AVC ou um infarto.

“Pacientes que tiveram AVC muitas vezes apresentam sequelas cognitivas e têm dificuldade de aderir ao tratamento. Os resultados sugerem que eles precisariam ser acompanhados mais de perto, por exemplo, pelos profissionais do Programa de Saúde da Família do SUS [Sistema Único de Saúde]. Essa e outras estratégias poderiam evitar que morressem de problemas cardíacos, mesmo tendo sobrevivido ao AVC”, diz Conforto.

As doenças cardiovasculares são a maior causa de morte no mundo, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). Entre os casos de AVC, 85% são isquêmicos e, desses, entre 20% e 25% são causados por aterosclerose. Em países desenvolvidos, programas baseados na adesão ao tratamento e na melhoria do estilo de vida tiveram uma redução no número de mortes.

“No Brasil, esse é um problema de saúde pública sério e precisa ter uma atenção diferenciada”, afirma a pesquisadora.

Um sinal da prevalência do problema é que, durante o estudo, parte do grupo usado como controle, sem histórico de AVC, também apresentou fatores de risco para aterosclerose. Ainda que tivessem menos propensão do que os que haviam tido acidente vascular cerebral, o grupo de voluntários “saudáveis” apresentou, em sua maioria, escores de cálcio maiores do que zero, o que é um indicador de risco. “Muitos só descobriram que tinham diabetes ou colesterol alto por conta do estudo”, conta Araújo.

Além do acompanhamento dos pacientes com maior risco, as pesquisadoras apontam como possibilidade o uso de medicamentos mais potentes no grupo que teve aterosclerose em duas artérias e, portanto, apresentou maior predisposição para a doença coronária. O trabalho poderia servir de base para estudos clínicos com esse grupo e, dependendo dos resultados, a posterior adoção dos fármacos pelo sistema público de saúde.

O artigo Association of Subclinical Coronary Artery Disease and Ischemic Stroke Caused by Cervical or Intracranial Atherosclerosis está disponível em: www.fortunejournals.com/articles/association-of-subclinical-coronary-artery-disease-and-ischemic-stroke-caused-by-cervical-or-intracranial-atherosclerosis.html.

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Unicamp aponta graves riscos à saúde no “Melzinho do amor”

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Embora as embalagens apontem um produto 100% natural, as amostras analisadas contém os fármacos Sildenafila e Tadalafila, cuja utilização sem prescrição oferece riscos à saúde

O Laboratório de Toxicologia Analítica do Centro de Informação e Assistência Toxicológica da Unicamp (CIATox) analisou três amostras do produto conhecido popularmente como “melzinho do amor”.

Apesar de as embalagens apontarem uma composição 100% natural, foi detectada a presença de dois fármacos de origem sintética utilizados para tratamento da disfunção erétil. Sem a devida prescrição e administrados de forma combinada, as substâncias podem causar efeitos colaterais graves, e até mesmo risco de morte.

A comercialização dos produtos é proibida, mas ele ainda é anunciado como um estimulante sexual e vendido em comércio ambulante e lojas na internet.

O “melzinho do amor” é vendido em formato de sachê. Na embalagem, a composição registra substâncias como: café, extrato de caviar, ginseng, maçã, gengibre, canela, mel da Malásia e Tongkat Ali (Eurycoma longifolia). No entanto, a análise do CIATox detectou também Sildenafila e Tadalafila, fármacos encontrados em medicamentos para disfunção erétil, vendidos somente com prescrição médica. 

O uso dos princípios ativos da Sildenafila e da Tadalafila, ressalta o coordenador executivo do CIATox, José Luiz Costa, depende de avaliação médica prévia, sobretudo para pessoas que sofrem de problemas de saúde, como cardiopatias e hipertensão descontrolada. A utilização sem prescrição desses fármacos pode provocar efeitos indesejados graves, como o priapismo prolongado (uma ereção longa e dolorosa com risco de necrose do pênis) e lesão irreversível do membro. Para mulheres com problemas de saúde, como cardiopatias, também há riscos.

Em caso de ingestão concomitante com álcool ou outros fármacos, há risco de intensificação de efeitos colaterais, como tontura, hipotensão arterial e dores de cabeça. Em pacientes cardiopatas, a Sildenafila e a Tadalafila podem acarretar hipotensão grave, potencialmente fatal.

“Quando uma pessoa toma um medicamento com recomendação, o médico sabe quais são seus problemas de saúde. O risco de efeito adverso existe, mas é controlado. Alguém que faz uso desses medicamentos por conta própria pode estar colocando sua saúde em risco sem saber. Apesar do rótulo dizer que na composição constam apenas extratos de plantas, não há  nada de natural neles”, afirma. 

José Luiz aponta que a análise buscou comparar as concentrações de Sildenafila e Tadalafila presentes nos sachês com as concentrações indicadas em tratamentos médicos. Os resultados apontaram concentrações maiores em uma amostra e menores em outra. Em uma das análises foram encontradas as duas substâncias de forma combinada, o que pode aumentar o risco de efeitos colaterais. 

As três amostras analisadas pelo CIATox se referem aos produtos “Power Honey – vitality and performance” (amarelo), “Power Honey – vitality and performance” (rosa) e  “Alibaba Power Honey – with Caviar, Coffee and Longhal Ali Powder”.

Venda do produto é proibida pela Anvisa

A venda do produto conhecido como “melzinho do amor” é proibida pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) desde 27 de maio de 2021, através da Resolução 2.133. As amostras não apresentavam registro no órgão ou comprovação de sua real composição. Sua comercialização é considerada crime hediondo. Ainda assim, é possível encontrar os produtos em comércio ambulante, em sites da internet e em sexshops.

Alerta aos serviços de emergência

O CIATox sugere aos Serviços de Emergência que se mantenham atentos a casos de ingestão desses produtos, e que os notifiquem junto à Vigilância Sanitária e ao Centro de Informação e Assistência Toxicológica mais próximo. Em casos de pacientes com suspeita de abuso dessas substâncias, o CIATox se coloca à disposição para auxiliar no diagnóstico laboratorial através de análises de fluidos biológicos ou dos produtos consumidos. 

“Vale destacar que essa foi uma ação de farmacovigilância do CIATox. Não tivemos casos de intoxicação aqui, mas se não forem tomados cuidados e se não forem feitos esses alertas, pode ser que eles apareçam, seja em Campinas ou em outro município do Brasil”, alerta José Luiz. 

O CIATox funciona 24 horas por dia, todos os dias da semana. Para dúvidas e orientações, o telefone é 19 3521755

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