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Saúde & Beleza

8 mitos e verdades sobre a gravidez que você deve conhecer

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A gravidez, assim como vários outros aspectos relacionados à saúde, costuma ser rodeada de mitos. Muitos deles trazem inseguranças, mas outros chegam a ser engraçados, remetendo às crenças populares. A seguir, listamos alguns mitos e verdades que chamam a atenção. Acompanhe!

Quantos mitos e verdades sobre a gravidez você conhece? As crenças populares relacionadas ao assunto são as mais variadas. Por exemplo: quem nunca ouviu que o formato da barriga indica um menino ou uma menina? Ou que os enjoos intensos no primeiro mês são sinal da gestação de uma menina?

Mas nem todos os aspectos mais falados são mitos. A mulher grávida, por exemplo, sente sim mais calor. O tabagismo também não é nada recomendado, como várias pessoas alertam A seguir, listamos vários mitos e verdades sobre o período da gestação. Acompanhe!

Verdades sobre a gravidez

1. O primeiro trimestre é o mais delicado

Nos primeiros três meses de gestação, os riscos para mãe e bebê são maiores. Há, por exemplo, maior risco de doenças ligadas a alterações genéticas e abortos espontâneos.

2. A mulher grávida sente mais calor

Durante a gravidez, a mulher convive com um metabolismo mais acelerado. Como resultado, a temperatura do seu corpo aumenta cerca de 5 °C. Por isso, é comum que as gestantes sintam mais calor do que as outras pessoas

3. Grávidas não podem fumar

O tabagismo é algo prejudicial para qualquer indivíduo, em qualquer época da vida. A grávida que fuma sofre maior risco de sofrer parto prematuro e de gerar bebês de baixo peso. No Reino Unido, 86% dos bebês que sofrem mortes súbitas são de filhos de mães fumantes.

4. Estar grávida facilita o orgasmo

No período de gravidez, a lubrificação da vagina aumenta, assim como o volume de sangue no organismo. Esses fatores facilitam a excitação e o alcance do clímax sexual.

Mitos sobre a gravidez

5. Grávidas não devem consumir adoçante

Apesar do que muita gente acredita, o adoçante não pode causar danos ao feto. Para que isso ocorresse, a mulher precisaria tomar, pelo menos, o equivalente a dez latas de refrigerante diet por dia. A marca é bem difícil de ser alcançada, especialmente em uma dieta mais balanceada durante a gestação.

6. Grávida não pode pintar o cabelo

Após o terceiro mês de gestação, o uso de tonalizantes ou tintura, com ou sem amônia, é liberado à mulher. Só é indicado manter o uso dos produtos em intervalos espaçados, mas como um meio de garantir a saúde da própria paciente. Afinal, os produtos podem provocar irritações na pele e couro cabeludo.

7. Grávidas precisam comer por dois

Estar grávida não significa comer por dois. Na verdade, a dieta precisa ser mais balanceada e com menos intervalos, apenas para que mãe e bebê mantenham os nutrientes corretos. Mas tudo em quantidades ideais, e não o dobro do que a mulher costumava consumir. Neste caso, é fundamental contar com o auxílio de um nutricionista. Se você tiver um dos melhores planos de saúde do Brasil pode escolher o profissional. Caso não possua, procure um posto de saúde e peça o acompanhamento durante o pré-natal.

8. Sexo induz o trabalho de parto

Fazer sexo não induz o trabalho de parto. A ciência nunca provou essa possibilidade e, por isso, não é indicado buscar esse meio apenas para diminuir o desconforto das últimas semanas de gestação.

Que outros mitos e verdades sobre a gravidez você conhece?

Por Jeniffer Elaina, da Smartia Seguros

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Hérnia de disco: patologia é cada vez mais comum entre os jovens

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A hérnia de disco, que é caracterizada quando ocorre a ruptura de um ou mais discos intervertebrais, é uma patologia da coluna que tem como sua principal causa o envelhecimento, sendo comum em indivíduos acima dos 40 anos. Devido ao estilo de vida da modernidade fez com que essa incidência aumentasse cada vez mais entre os jovens, e é cada vez mais comum nos consultórios, e nas mesas de operação, pessoas com 18 anos de idade já diagnosticados com hérnia.

Para o Diretor do Instituto Paulista de Referência em Neurocirurgia e Cirurgia de Coluna e Diretor Comercial e Financeiro da Sociedade Brasileira de Neurocirurgia, Dr. Francisco Sampaio, o surgimento das hérnias de disco precocemente pode se dar, principalmente, pela postura incorreta.

“Além de provocar dores, muitas vezes até incapacitante, a má postura pode causar desgastes dos discos intervertebrais e, em casos mais graves, até mesmo a famosa hérnia de disco”, explica o médico.  

Existem diversos mitos que envolvem essa patologia, a mais famosa é a necessidade cirúrgica.

“Na verdade, a maioria dos casos de hérnia de disco pode ser resolvida com tratamentos simples como: medicamentos, fisioterapia, RPG e/ou atividade física. Se for preciso a realização de uma cirurgia, as técnicas minimamente invasivas são indicadas pois a recuperação é muito mais rápida”, comenta o doutor.

Salvo em caso de doenças graves de coluna, medidas preventivas são importantes para evitar dores nas costas, manter a coluna saudável e auxiliar na dor já instalada.

“A saúde da coluna, assim como o bom funcionamento geral do organismo, se baseia em pequenos hábitos que devem fazer parte da rotina, como cuidar na postura ao trabalhar e estudar, buscando sempre ter apoio total às costas e pés ao sentar. Mantenha os dispositivos eletrônicos e livros à altura dos olhos para cuidar da saúde da coluna cervical. Lembre-se de fazer alongamentos ao longo do dia e não deixe de praticar atividades físicas por pelo menos 30 minutos por dia”, finaliza o especialista.

SOBRE A SBN

Sociedade Brasileira de Neurocirurgia – A SBN é uma associação de médicos que exercem a especialidade de Neurocirurgia no Brasil. Fundada há 63 anos, em 1957, tem aproximadamente 3000 sócios, sendo a terceira maior do mundo na especialidade. Sua missão é garantir o progresso da Neurocirurgia, por meio do incentivo ao aprimoramento da formação do neurocirurgião brasileiro, do monitoramento da prática profissional e da representação dos interesses dos neurocirurgiões. Mantém atividades regulares e ininterruptas no treinamento, ensino e formação do médico especialista em Neurocirurgia, seguindo protocolos e padrões que a colocam entre as melhores do mundo, conforme reconhece a WFNS – World Federation of Neurosurgical Societies. Site: www.portalsbn.org / Instagram @ sbn.neurocirurgia

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Dor no joelho: O que fazer e o que não fazer nas lesões da cartilagem

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Muitas pessoas se queixam de uma dor chata no joelho, que piora quando desce degraus ou faz algum tipo de esforço. A dor melhora ou desaparece com o repouso, por isso a pessoa demora para buscar ajuda. Essa dor pode ser o sintoma de uma lesão na cartilagem. Lesões da cartilagem não tratadas podem evoluir e aumentar de tamanho. A boa notícia é que a chegada no Brasil de produtos como a membrana e o hidrogel de colágeno tem melhorado muito o tratamento desse problema.

Lesões da cartilagem articular representam um desafio clínico na ortopedia. A alta prevalência de danos e a falta de capacidade de cura espontânea do tecido deixa uma população de pessoas relativamente jovens e saudáveis expostas ao risco de desenvolver artrose precocemente.

Os procedimentos artroscópicos revelam a presença de traumas condrais em mais de 60% dos pacientes com queixas nos joelhos e as taxas de incidência anual de lesões condrais quase triplicaram entre 1996 e 2011.

Ainda existe muito desconhecimento sobre o tratamento das perdas da cartilagem. O tratamento mais usado é a osteocondroplastia realizada por artroscopia, que consiste na simples remoção de pedaços soltos de cartilagem, a famosa “raspagem”. Embora isso forneça alívio sintomático em curto prazo, a cartilagem restante é mais suscetível ao desgaste e degeneração. Comprovadamente esta técnica não funciona e deveria ser evitada.

Outra intervenção comum é a microfratura, que envolve a perfuração do osso que fica embaixo da cartilagem, chamado osso subcondral, para permitir o sangramento e a formação de um coágulo de medula óssea para preencher o defeito. Esta abordagem resulta na formação de tecido de fibrocartilagem mecanicamente inferior. O alívio é apenas temporário e, pior que isso, a agressão ao osso piora o risco de artrose. Mais recentemente, tentou-se produzir furos menores, a chamada nanofratura, mas o resultado é o mesmo. A agressão ao osso subcondral deve ser descartada.

O transplante autólogo osteocondral (OATs), é um transplante aberto de cartilagem da própria pessoa para ela mesma. Nesse procedimento, plugues osteocondrais (pedaços de osso com cartilagem) são colhidos de áreas mais periféricas da articulação e transferidos para o defeito. Contudo, a cartilagem transplantada pode causar morbidade na área doadora, pode não se integrar bem com a cartilagem existente. O uso do OATs é limitado a lesões pequenas e profundas, com prejuízo não só da cartilagem, mas também do osso, o que é pouco comum.

Então o que fazer?

O método mais atual e que vem ganhando a preferência dos especialistas em cartilagem utiliza técnicas de medicina regenerativa e engenharia de tecidos, que estimulam a produção de cartilagem pelo próprio corpo do paciente. Baseadas no uso de “scaffolds” que sustentam células, são um campo fértil de pesquisas e publicações. Na prática, atualmente temos duas opções disponíveis no Brasil para aplicação nos pacientes:

Membrana de colágeno (Chondrogide™, da empresa suíça Geistilich): muito versátil, no início era indicada junto com as micro ou nanofraturas do osso subcondral para reter o coágulo proveniente da medula óssea. Essa técnica ficou conhecida como AMIC. Atualmente, para evitar o dano ao osso subcondral, muitos especialistas têm preferido não fazer a micro/nanofratura. É possível adicionar células através de procedimentos simples como o BMA (Bone Marrow Aspirate) ou através do kit Lipogens (gordura microfraturada). O uso de cartilagem triturada (minced cartilage) é uma alternativa nova que vem dando bons resultados.

Hidrogel de colágeno (CaReS-1S™, da empresa austríaca Arthro Kinetics): a vantagem deste produto é que ele utiliza a migração celular dos condrócitos da borda da lesão, não necessitando micro/nanofraturas nem adição de outras fontes celulares.

Existem ainda pesquisas utilizando fontes celulares como condrócitos ou células-tronco purificados e expandidos em laboratório, mas estes produtos, por enquanto, não estão disponíveis para uso clínico. Devido ao custo elevado, vem sendo questionado se um dia poderão ser viáveis para uso clínico de rotina. Principalmente porque os resultados da membrana e do hidrogel têm sido muito bons.

Sobre a fonte:

Dr. Alessandro Rozim Zorzi

Graduado na Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto – USP em 1999; fez residência médica em Ortopedia e Traumatologia na Unicamp; especialista em Cirurgia do Joelho e Doenças Inflamatórias no Hospital de Clínicas da Unicamp, onde também fez mestrado e doutorado em Ciências da Cirurgia; fez curso de Especialização em Pesquisa Clínica PPCR Harvard Medical School e em Ética da Pesquisa com Seres Humanos na Unesco.

É supervisor do Programa de Residência Médica em Ortopedia e Traumatologia da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp; membro relator do Comitê de Ética em Pesquisa da Unicamp; médico do Corpo Clínico do Hospital Israelita Albert Einstein em São Paulo, onde atuou como Plantonista em Ortopedia de 2007 a 2020 e como Pesquisador Médico de 2017 a 2020; é professor de Medicina na Faculdade São Leopoldo Mandic em Campinas-SP.

É membro: do Comitê de Medicina Regenerativa da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT); Comitê Musculoesquelético da Federação Mundial de Hemofilia (WFH); Sociedade Brasileira de Cirurgia do Joelho (SBCJ); Sociedad Latinoamericana de Rodilla e Desporto (SLARD), International Society of Arthroscopy, Knee Surgery and Orthopedic Sports Medicine (ISAKOS) e da International Cartilage Regeneration and Joint Preservation Society (ICRS).

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Pessoas que tiveram AVC têm mais risco de infarto, indica estudo

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Estudo conduzido na Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FM-USP) com 120 pacientes mostrou uma relação entre o histórico de acidente vascular cerebral (AVC) isquêmico e o risco de novas doenças vasculares, incluindo outros episódios de AVC e até mesmo infarto do miocárdio. O trabalho foi publicado na revista Cardiology and Cardiovascular Medicine.

No Hospital das Clínicas da FM-USP, os pesquisadores avaliaram um parâmetro chamado “escore de cálcio” em 80 pacientes acometidos por AVC isquêmico e em outros 40 voluntários sem histórico da doença. Obtido por meio de exames de tomografia, esse parâmetro serve como indicador de risco de depósito de gordura nas artérias (aterosclerose) do coração. Pacientes com um escore maior que zero correm mais risco de ter artérias doentes, mesmo que não manifestem nenhum sintoma.

“Dentre os pacientes que tiveram AVC, 85% tiveram um escore de cálcio acima de zero, em contraste com 57,5% dos indivíduos sem AVC. Pacientes com AVC e placas de aterosclerose em artérias cervicais e intracranianas tiveram os escores de cálcio mais altos que os demais participantes da pesquisa. Isso não quer dizer que essas pessoas terão necessariamente um infarto ou outro AVC, mas o fato de terem esse resultado mesmo já fazendo tratamento para evitar o problema acende um alerta”, diz à Agência FAPESP Ana Luíza Vieira de Araújo, primeira autora do estudo, realizado durante seu doutorado na FM-USP.

O trabalho integra um projeto financiado pela FAPESP (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo) e coordenado por Adriana Bastos Conforto, livre-docente e orientadora de pós-graduação da FM-USP.

“Hoje, os pacientes que tiveram AVC têm indicação de medicamentos que por si só deveriam prevenir a doença coronária. São controlados fatores de risco para aterosclerose, como hipertensão arterial e diabetes. Mesmo assim, eles tiveram um escore de cálcio que sugere uma maior propensão a um novo AVC ou a um infarto”, explica Conforto. O estudo foi coorientado por Márcio Sommer Bittencourt, médico do Hospital Universitário (HU) da USP.

O cálcio é um componente natural do sangue e sua circulação pelas veias e artérias é normal. O mineral pode se acumular em placas de aterosclerose, doença que causa enrijecimento das artérias e favorece sua obstrução por coágulos (trombose). Nesses casos, ocorre a diminuição do fluxo de sangue para órgãos como o coração (levando a infarto do miocárdio) ou o cérebro (levando ao AVC isquêmico). Essas doenças estão entre as principais causas de morte no Brasil.

Acompanhamento de pacientes

A pesquisa chama a atenção para a necessidade de um acompanhamento mais atento dessas pessoas, que têm risco aumentado de sofrer um novo AVC ou um infarto.

“Pacientes que tiveram AVC muitas vezes apresentam sequelas cognitivas e têm dificuldade de aderir ao tratamento. Os resultados sugerem que eles precisariam ser acompanhados mais de perto, por exemplo, pelos profissionais do Programa de Saúde da Família do SUS [Sistema Único de Saúde]. Essa e outras estratégias poderiam evitar que morressem de problemas cardíacos, mesmo tendo sobrevivido ao AVC”, diz Conforto.

As doenças cardiovasculares são a maior causa de morte no mundo, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). Entre os casos de AVC, 85% são isquêmicos e, desses, entre 20% e 25% são causados por aterosclerose. Em países desenvolvidos, programas baseados na adesão ao tratamento e na melhoria do estilo de vida tiveram uma redução no número de mortes.

“No Brasil, esse é um problema de saúde pública sério e precisa ter uma atenção diferenciada”, afirma a pesquisadora.

Um sinal da prevalência do problema é que, durante o estudo, parte do grupo usado como controle, sem histórico de AVC, também apresentou fatores de risco para aterosclerose. Ainda que tivessem menos propensão do que os que haviam tido acidente vascular cerebral, o grupo de voluntários “saudáveis” apresentou, em sua maioria, escores de cálcio maiores do que zero, o que é um indicador de risco. “Muitos só descobriram que tinham diabetes ou colesterol alto por conta do estudo”, conta Araújo.

Além do acompanhamento dos pacientes com maior risco, as pesquisadoras apontam como possibilidade o uso de medicamentos mais potentes no grupo que teve aterosclerose em duas artérias e, portanto, apresentou maior predisposição para a doença coronária. O trabalho poderia servir de base para estudos clínicos com esse grupo e, dependendo dos resultados, a posterior adoção dos fármacos pelo sistema público de saúde.

O artigo Association of Subclinical Coronary Artery Disease and Ischemic Stroke Caused by Cervical or Intracranial Atherosclerosis está disponível em: www.fortunejournals.com/articles/association-of-subclinical-coronary-artery-disease-and-ischemic-stroke-caused-by-cervical-or-intracranial-atherosclerosis.html.

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