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Dilma e Aécio decidem no segundo turno

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As últimas pesquisas do primeiro turno do Ibope e do Datafolha, divulgadas às vésperas das eleições, mostraram mudanças distintas em caso de segundo turno com a candidata à reeleição para a presidência, Dilma Rousseff (PT). Diante de Marina Silva (PSB), a vantagem da atual presidente apresentou um quadro estável. Em uma ocasional disputa com o candidato Aécio Neves (PSDB), tal vantagem foi reduzida.

Porem o ex-governador de Minas Gerais Aécio Neves deu uma virada e nas pesquisas que antecederam o primeiro turno, o tucano deu início a uma evolução, e agora, decide o segundo turno com Dilma Rousseff.

Agora dia 26 de outubro de 2014 independente de pesquisas eleitorais e mesmo sabendo que o PT em Hortolândia fez por merecer analisando os números de outras cidades da Região Metropolitana de Campinas, os cidadãos precisam escolher o representante federal levando em conta o que é melhor para o pais, estado e município que mora, analisando os alguns pontos que destacamos abaixo para Dilma e Aécio.

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Dilma Rousseff

Programas sociais – os programas de inclusão social são um importante trunfo de Dilma para o segundo turno. No ano passado, mais de 14 milhões de famílias foram beneficiadas pelo Bolsa Família, o principal cartão de visitas da candidata nessa área. “Dilma vai destacar as realizações do seu governo, principalmente nas políticas sociais”, afirma a professora Roseli Martins Coelho, da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (Fespsp).

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Defesa dos direitos dos trabalhadores – para se diferenciar de Aécio, Dilma deve insistir que representa a garantia da manutenção de direitos trabalhistas e tentará colar, no adversário, a pecha de candidato dos “patrões”. Uma das declarações da presidenta que mais repercutiram, no primeiro turno, foi a de que ela não mexerá nesses direitos “nem que a vaca tussa”.

Discurso nacionalista – uma das estratégias recorrentes do PT, em disputas majoritárias, é afirmar que o PSDB defende a privatização de empresas públicas. Em 2006, Luiz Inácio Lula da Silva, então concorrendo à reeleição, conseguiu colar no adversário, o tucano Geraldo Alckmin, a pecha de que iria privatizar a Petrobras. Agora, Dilma deve repetir a fórmula, acusando Aécio de pretender entregar as estatais para a iniciativa privada.

Lula – sem dúvida, o ex-presidente Lula é um dos cabos eleitorais mais importantes do País. Em dezembro de 2010, dias antes de deixar a presidência da República, uma pesquisa da CNT/Sensus mostrava que seu governo era aprovado por 83% dos entrevistados – um recorde. Sua avaliação pessoal era positiva para 87% dos brasileiros. Com isso, Lula deve intensificar suas aparições nas propagandas do segundo turno e na campanha em geral.

Aécio Neves

Pibinho – o fraco desempenho da economia, durante o governo Dilma, é a maior arma do senador mineiro. O País fechou junho em recessão técnica, ou seja, apresentou dois trimestres consecutivos de queda do PIB. Entre janeiro e março, o recuo foi de 0,2%. Já de abril a junho, a baixa foi de 0,6%. Aécio se apresentará como o candidato mais preparado para reconduzir o Brasil ao crescimento, com austeridade nas contas públicas e inflação sob controle. Para tanto, já nomeou Armínio Fraga, ex-presidente do Banco Central no governo Fernando Henrique Cardoso, como seu futuro ministro da Fazenda.

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Fernando Henrique Cardoso – ao contrário de outras eleições, em que FHC se queixou de que os candidatos tucanos não defendiam seu legado, Aécio faz questão de destacar o apoio do ex-presidente e suas conquistas na área econômica. Pertencer ao partido que lançou no Plano Real, neste pleito, é um trunfo e tanto. “Aécio é o candidato mais difícil, para Dilma, porque as realizações de FHC não são qualquer coisa. Foram importantes”, afirma a professora Roseli Martins Coelho, da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (Fespsp).

Desejo de mudança – as manifestações de junho do ano passado marcaram o fim da lua-de-mel da população com o governo Dilma. Em poucas semanas, a aprovação pessoal da presidenta caiu de 74% para 49%, segundo pesquisa CNT/MDA. Diversas pesquisas mostraram que, desde então, os brasileiros alimentam um desejo de mudança na política brasileira. “Doze anos no poder efetivamente desgastaram o PT”, afirma a cientista política Christiane Romeo, do Ibmec/RJ. “Dilma vai ser confrontada com a contradição de seu discurso, que oferece continuidade e promessas de mudanças”, diz.

Escândalos do governo – com o mensalão, a prisão de petistas históricos e as recentes denúncias de corrupção na Petrobras, o PT perdeu uma bandeira e tanto: o da ética na política. Aécio deve explorar esse flanco e colar, em Dilma, a imagem de pertencer a uma agremiação que compactua com os malfeitos que diz combater. “Aécio deve, ainda, adotar um discurso mais republicano, de defesa das instituições contra interesses pessoais”, afirma o cientista político Carlos Melo, professor do Insper. “As revelações de Paulo Roberto da Costa e Alberto Youssef devem repercutir muito ainda”, diz, referindo-se ao ex-diretor da Petrobras e ao doleiro que fizeram acordos de delação premiada com a Polícia Federal.

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Tan EV inicia nova etapa da BYD no Brasil

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O Portal Hortolândia teve a oportunidade de conhecer e avaliar nessa semana o BYD Tan EV, modelo 100% elétrico de sete lugares com preço na faixa dos R$ 500 mil.

Mas antes de falar mais sobre o SUV, é importante explicar a BYD chegou ao Brasil em 2015, quando inaugurou sua primeira fábrica de montagem de ônibus 100% elétricos na cidade de em Campinas, interior de São Paulo. Em 2017 abriu uma segunda fábrica em Campinas para a produção de módulos fotovoltaicos.

Para abastecer a frota de ônibus elétricos, a empresa iniciou, em 2020, a operação de sua terceira fábrica no Brasil, no PIM – Polo Industrial de Manaus, dedicada à produção de baterias de fosfato de ferro-lítio. Além disso, a BYD comercializa no Brasil empilhadeiras, caminhões, ônibus, furgões e agora uma nova geração de automóveis, todos totalmente elétricos e não poluentes.

Com todas essas referências, é possível afirmar que a marca não está se aventurando e sim iniciando uma nova etapa no País com a comercialização do Tan EV, modelo equipado com dois motores elétricos, um em cada eixo, proporcionando uma potência combinada de 517 cavalos – 245 no motor frontal e 272 no motor traseiro – considerando seu preço, é possível dizer que cada cavalo do motor tem preço na casa dos R$ 1.000,00.

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Seu torque máximo conjunto de 680 N.m. leva o modelo a uma velocidade máxima de 180 km/h e acelerar de 0 a 100 km/h em apenas 4,6 segundos. O modelo ainda conta com tração nas quatro rodas.

Algo muito importante quando o assunto é carro elétrico: autonomia. No Tan é possível rodar até 437 quilômetros, segundo dados PBEV do INMETRO. Essa distância é possível graças a sua bateria de 86,4 kWh, que pode ser recarregada de 30% a 80% em apenas 30 minutos em uma corrente contínua de 110 kW.

Que não aconteça com você, mas se na condução do Tan EV você deixar a bateria chegar ao nível de 10% de carga, surge no painel uma mensagem de alerta para carregar o carro.

O design do BYD Tan EV chama muita atenção. Sua dianteira conta com uma grade formada por uma série de lâminas cromadas e o para-choque complementa esse visual. A linha de cintura elevada destaca as rodas de 22 polegadas e a traseira se destaca pelo conjunto de lanternas com efeito 3D de profundidade e iluminação total por LED.

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Seu interior traz um acabamento com materiais premium de alta qualidade e poucos botões. A maior parte dos comandos, do sistema de navegação até o ar-condicionado, concentra-se na tela do sistema multimídia.

Aliás este é um dos grandes destaques tecnológicos do BYD Tan: sua tela de 15,6” do tipo floating, que parece estar, literalmente, flutuando no painel, conta ainda com a incrível capacidade de rotação elétrica, podendo posicionar a tela tanto na horizontal quanto na vertical – foi a primeira vez que conferi essa novidade em um veículo.

O modelo tem cluster de 12.3” 100% digital, de alta resolução e configurável, bancos em couro sintético com forrações acolchoadas, painel soft-touch e volante multifuncional com ajuste elétrico de profundidade e altura e aquecimento.

Seu teto de vidro panorâmico cobre até o banco traseiro e permite que a luz natural entre na cabine, proporcionando uma sensação leve e arejada para todos a bordo.

Seus bancos dianteiros são elétricos com sistema de aquecimento e ventilação. O banco do motorista vai além: é ajustável em oito posições. Para os passageiros, os bancos oferecem quatro ajustes.

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Ar-condicionado dual zone com sistema de purificação com filtro PM2.5 e ionizador, carregamento sem fio para celulares e iluminação interna nas portas e painel por LED com 30 opções de configuração de cores também fazem parte dos itens oferecidos.

Muito seguro, o BYD Tan EV vem com sistema de câmeras de 360 graus, sendo cinco no total. Há também monitoramento de pontos cegos, que informa o motorista, ao acionar a marcha à ré, quando outro veículo está se aproximando, evitando colisões e tornando as manobras mais seguras.

Também vem equipado com piloto automático adaptativo, que acelera e desacelera o veículo automaticamente acompanhando o carro à sua frente, sem o motorista precisar intervir nos pedais. Outro detalhe são seus sensores que mantém o carro dentro das faixas de rolagem na estrada de forma automática e os seus seis airbags.

A frenagem tem ótima eficiência, garantida por um conjunto formado pelas tradicionais pinças fixas Brembo com seis pistões e discos ventilados e perfurados na dianteira e traseira. Com o intuito de minimizar acidentes e salvar vidas, o recurso conhecido também como frenagem automática de emergência, foi projetado para ajudar o motorista, ativando automaticamente os freios se eles não responderem a tempo no caso de uma colisão iminente.

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Outro diferencial é o Sistema de Detecção para Abertura de Portas (DOW) que monitora as condições traseiras do veículo e dá sinas de alerta sobre pontos cegos, evitando acidente durante a abertura das portas.

O Tan EV conta ainda com a função eletrônica Auto Hold, que controla automaticamente os freios ABS para manter o veículo parado numa subida, mesmo que o motorista tire o pé do pedal. É desativado ao se acionar o acelerador.

Seu porta-malas tem espaço para 235 litros para bagagem com sete pessoas e 940 litros com cinco. Caso as duas fileiras de bancos estejam rebatidas, esse espaço supera 1650 litros. O porta-malas é elétrico, com sensor de movimento dos pés.

Não tivemos acesso no modelo avaliado, mas a BYD disponibiliza a tecnologia NFC – Near Field Communication para abrir, fechar e até mesmo ligar a ignição do veículo por meio do método de autenticação do próprio aparelho.

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Confira aqui https://youtu.be/l26maWGq8Aw um vídeo com o BYD Tan EV.

Texto: Sérgio Dias

Fotos: Sérgio Dias e Divulgação

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Jeep Commander já atingiu a meta de ser líder

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Quando a Jeep apresentou a linha Commander no final de agosto de 2021, falamos aqui na coluna que o desafio do maior e mais sofisticado modelo produzido pela marca aqui no Brasil era liderar o segmento de SUV com sete lugares, tendo como principais concorrentes os Toyota SW4 e Chevrolet Trailblazer.

Apontamos que o Jeep Commander, que com exceção da escolha das cores externas e internas o cliente não precisa definir mais nada quando compra o modelo, tinha potencial de sobra para alcança a liderança e isso já é um fato.

No acumulado do ano, até maio, o SUV da Jeep vendeu pouco mais de 8.000 unidades, enquanto o Toyota SW4 cerca de 5.500. O Chevrolet Trailblazer, com 1.050 unidades perdeu por pouco a terceira posição para o Mitsubishi Pajero Sport com 1.070 unidades.

A linha Jeep Commander é oferecida nas versões Limited e Overland, que podem ser equipadas com motorização turbo flex ou turbo diesel, ambas com transmissão automática.

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O motor flex T270, que equipa a versão Overland avaliada pelo Portal Hortolândia, atende os requisitos do Proconve L7, tem 185 cavalos de potência, 270 Nm, sistema de tração 4×2, câmbio automático de seis velocidades e o Jeep Traction Control+.

A motorização turbo Diesel TD380, com torque de 380 Nm, possui 170 cavalos de potência e atende as normas do Proconve L7. Ele traz o sistema SCR de pós-tratamento de gases de escape, reduzindo a emissão de gases poluentes. Com isso, é necessário o uso do aditivo ARLA32.

As versões com esse motor vêm com sistema de tração 4×4 com reduzida, 4×4 Low, seletor de terrenos com três modos (Sand/Mud, Snow e Auto), HDC (Hill Descent Control), que auxilia o motorista em descidas íngremes durante percursos off-road e câmbio automático de nove velocidades da alemã ZF.

Independente da motorização, a versão de entrada Limited vem com rodas de liga leve de 18”, conjunto óptico Full Led e bancos em couro e suede preto e acabamento interno preto.

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Traz ainda o cluster Full Digital de 10,25”, central multimídia de 10,1” com plataforma Adventure Intelligence e espelhamento sem fio, carregador de celular por indução, Keyless Enter ‘N Go, bancos dianteiros com ajustes elétricos e abertura elétrica do porta-malas. Além disso, conta com sete airbags e todos os sistemas de direção autônoma (ADAS).

Da mesma forma, independente da motorização, a versão topo Overland que avaliamos traz rodas em liga leve de 19” e bancos em couro e suede marrom.

Para completar, além dos conteúdos oferecidos na versão Limited T270, vem também com teto solar panorâmico, sistema de som premium Harman Kardon, banco de passageiro elétrico, porta-malas com sensor de presença, tomadas de 127v e o Adventure Intelligence Plus com Alexa in Vehicle.

No design o Jeep Commander conta com as tradicionais e marcantes sete fendas. Os faróis Full LED proporcionam mais segurança e possuem seta dinâmica.

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As lanternas do Commander, também em LED, contam com desenho inédito e trazem acabamento em cromo acetinado, com quatro refletores inferiores, sendo um com a função de seta e os outros três com luz de posição e freio. Os faróis de neblina e DRL também são em LED.

No interior, os assentos possuem ainda costura aparente, com tom acobreado, bordado no encosto e nos assentos dos bancos. O logotipo da Jeep vem gravado em baixo relevo (versão Limited) no banco e no apoio de braço, que ainda traz o ano de fundação da marca (1941). Na Overland, o nome da versão é que vem gravado nos bancos.

Alinhado aos bancos, também há revestimento em suede e couro no painel com costura em burnished cooper nos acabamentos em marrom e preto e em light diesel grey no acabamento em cinza. Há ainda um filme decorativo hydrographic com acabamento metálico, que varia de acordo com o tom do interior: vertical brush com cromado cobre, silver metal brush com cromado e ainda vertical brush com cromado acetinado.

Vale dizer ainda que o Commander traz nove easter eggs espalhados no interior e exterior do veículo. Além de alguns tradicionais encontrados também em outros modelos Jeep, o novo SUV da Jeep traz novos desenhos.

O Jeep Commander conta com três fileiras de assentos, sete lugares e um dos maiores porta-malas da categoria com 1.760 litros com todos os bancos rebaixados, 661 litros na configuração com cinco ocupantes e 233 litros com os sete assentos levantados. Além disso, o modelo também conta com espaço de porta-objetos: 31 litros de volume.

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Por fora, o modelo oferece seis opções de cores tradicionais (Branco Polar, Cinza Granite, Prata Billet, Azul Jazz, Deep Brown e Preto Carbon), além de uma cor nova e totalmente exclusiva do modelo: Slash Gold, um tom dourado sutil.

Nas versões Overland, além do teto preto, as molduras inferiores são na cor do veículo. Por dentro, há três cores como opções para o acabamento interno: couro e suede preto (Limited), couro e suede marrom (Overland) e couro cinza (opcional).

Confira aqui https://youtu.be/_CQdpaUjx2Q um vídeo com o Jeep Commander.

Texto: Sérgio Dias

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Foto: Divulgação

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LBV ajuda famílias mais vulneráveis do Brasil

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Um levantamento divulgadonesse mês de junho,por diversos veículos de comunicação apresentou dado alarmante: o número de brasileiros sem ter o que comer quase dobrou em 2 anos de pandemia.

Os dados fazem parte do 2º Inquérito Nacional sobre Insegurança Alimentar no Contexto da Pandemia da Covid-19 no Brasil, realizado pela Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional (Rede PENSSAN) e informa que o país soma atualmente cerca de 33,1 milhões de pessoas sem ter o que comer diariamente, quase o dobro do contingente em situação de fome estimado em 2020. Em números absolutos, são 14 milhões de pessoas a mais passando fome no Brasil.

SOLIDARIEDADE
Além de todo o trabalho que realiza diariamente em suas 82 unidades socio educacionais no país, a Legião da Boa Vontade (LBV) desde o início da pandemia da Covid-19 (março/2020), intensificou suas ações emergenciais e humanitárias em benefício das famílias mais vulneráveis atendidas pela Instituição e por organizações parceiras. A LBV ainda tem mobilizado doações para atender os impactados pelas calamidades que têm atingido diversas regiões do país nos últimos meses.

SOS CALAMIDADES (ALAGOAS E PERNAMBUCO)

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Uma importante mobilização que está sendo promovida pela LBV é a campanha SOS Calamidades em prol das vítimas das chuvas nos Estados de Alagoas e do Pernambuco. Doações de alimentos não perecíveis, água potável, material de higiene e limpeza, além de outros itens de primeira necessidade podem ser entregues nos postos de arrecadação em Maceió/AL: Av. Muniz Falcão, 964 – Barro Duro. Tel.: (82) 3328-4410; em Recife/PE: Rua dos Coelhos, 219 – Bairro dos Coelhos – Tel.: (81) 3413.8601;e em São Paulo/SP: Av. Rudge, 898 – Bom Retiro – Tel.: (11) 3225-5535.

DIGA SIM!

A Campanha DIGA SIM! é outra inciativa que vem entregando nesse período de inverno cestas de alimentos e cobertores em diversas cidades brasileiras, a fim de amenizar a fome e o frio enfrentados pelas famílias em vulnerabilidade social.

DOE AGORA

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A LBV conta com a sua doação. Doe pela Central de Doações do aplicativo PicPay; pelo Pix Solidário[email protected] ou acesse o site www.lbv.org/doe.

REDES SOCIAIS

Confira as ações realizadas pela LBV acessando:@LBVBrasil no Instagram e no Facebook. VOCÊ AJUDA. A LBV FAZ!

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