Na tarde deste domingo (09) policiais militares da força tática salvaram um homem de ser executado em um “tribunal do crime”, no bairro Jardim Monte Santo, em Sumaré. Ao todo 14 pessoas foram presas.

Segundo informações passadas pela corporação , após receberem uma denúncia anônima as equipes de força tática do 48°BPM/I montaram um cerco com vários policiais e viaturas em uma chácara, llocalizada na Rua Presidente Nereu Ramos, ao chegar no local por volta das 13h30, um veículo Gol preto que deixava o local tentou ser abordado, porém o condutor empreendeu fuga.

Uma das equipes realizou o acompanhamento ao veículo por diversas ruas e acabou sendo perdido pelas equipes, já na chácara, outra equipe encontrou um veículo Renault Kwid chegando no local, porém ao tentar fugir dando marcha a ré foi abordado e os dois ocupantes foram presos, dentro do carro os policiais localizaram um revólver calibre 38.

Na chácara outros policiais encontraram cerca de doze pessoas, entre elas 5 mulheres com media de idade entre 20 e 40 anos, uma pistola 9 milímetros, soco inglês, faca, machado, serrote, e uma corda, além de diversos celulares dos presos, em um dos quartos os militares encontraram o homem que seria julgado e executado.

O homem de 53 já possui passagem por homicídio e era acusado de estuprar a filha de 3 anos, ele foi sequestrado na tarde do sábado(08) quando deixava o trabalho, no Jardim do Lago II em Campinas, a vítima foi espancada a todo tempo e apresentava ferimentos no tórax e em mais regiões do corpo.

No fundo da chácara, os policiais encontraram uma vala aberta e uma enchada usada para cavar a cova onde seria sepultado o corpo do homem, outra equipe encontrou a criança supostamente estuprada e encaminhada para a Unidade de Pronto Atendimento(UPA) Macarenko, onde foi examinada e constatada uma vermelhidão na Região genital.

A maioria dos presos já possuí passagens, alguns são de Campinas e de Jundiaí, todos foram encaminhados para o plantão policial de Sumaré, agora o caso será investigado e os policiais civis investigam de onde partiu a ordem de realizar a ação, e se há ligação com uma facção criminosa que age dentro e fora dos presídios.

fonte: Alerta Campinas