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Corpo achado em Hortolândia pode ser de presidente de ONG

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A Polícia Civil apura se um corpo achado com sinais de tortura em Hortolândia (SP), na tarde de sexta-feira (5), é de Cassemiro Lopes, presidente da organização não-governamental Grupo da Amizade, em Campinas (SP). Ele está desaparecido desde 28 de novembro, quando deixou a entidade para ir até a cidade onde o veículo dele foi localizado carbonizado no bairro Taquara Branca, no dia 1º.

De acordo com a Polícia Civil, o corpo foi localizado no Jardim de Mônaco em estado avançado de decomposição, sem a cabeça e as mãos. Já o Cemitério Parque Gramado, em Americana (SP), confirmou que a vítima usava camiseta listrada vermelha e branca, bermuda jeans e tênis preto, roupas semelhantes às que foram descritas pela família durante registro do boletim de ocorrência.

“Um documento também foi encontrado no cadáver, cartão de uma pessoa que é conhecido nosso. A gente quer ter esperança, mas é muito difícil”, lamentou Francisco Carlos Baptista de Souza, que é amigo de Lopes. Segundo ele, um grupo de pessoas próximas à Lopes irá até o Instituto Médico Legal (IML) fazer o reconhecimento do corpo neste sábado (6).

Souza relatou ainda que o presidente recebeu uma suposta ameaça há 20 dias, por meio de uma carta, mas frisou que o amigo não apresentava semblante de preocupação antes de ir a Hortolândia. “Acredito que ele pensou ser uma brincadeira, jogou o papel fora. A gente não consegue entender o motivo, ele construiu uma história de amor às pessoas.”

O delegado responsável pelo inquérito no 5º Distrito Policial de Campinas, Hamilton Caviolla Filho, não foi encontrado para comentar assunto até a publicação desta reportagem.

A casa
Casemiro Lopes, de 54 anos, é fundador do Grupo da Amizade, que atende 54 pessoas entre portadores de HIV, dependentes químicos e moradores de rua. No dia 1º, o advogado da instituição, Lauro Augusto Pereira Miguel, informou que o funcionamento da casa não será afetado. A presidência da entidade passou a ser exercida por Marcia Helena Luzia.

Fonte: g1.com.br

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Vice-prefeito de Campinas testa positivo para covid-19

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O vice-prefeito de Campinas e secretário municipal de Relações Institucionais, Wanderley de Almeida, testou positivo para a covid-19 nesta quarta-feira (26/01).

Por orientação do Departamento de Vigilância em Saúde (Devisa) da Prefeitura, ele vai ficar em isolamento em sua residência pelo período de sete dias.   

Wandão, como o vice-prefeito é conhecido, tomou as três doses da vacina contra a doença, está bem e não apresenta sintomas. Ele já estava em isolamento desde o último fim de semana, após ter tido contato com uma pessoa que testou positivo.

É a segunda vez que o vice-prefeito contrai covid-19. A outra havia sido no início de 2021, sem maiores complicações.

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Trabalhador morre ao realizar serviço na Câmara de Sumaré

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A Câmara Municipal de Sumaré vem a público informar o triste falecimento de um funcionário de uma empresa terceirizada que realizava manutenção no sistema de monitoramento do prédio, na tarde desta terça-feira (25).

O Corpo de Bombeiros está no local, e a perícia da Polícia Civil foi acionada para realizar os trabalhos de praxe e posterior investigação das causas do ocorrido. O expediente da Câmara foi encerrado na tarde desta terça.

O presidente da Casa, vereador Willian Souza, se solidariza com a família e amigos da vítima e afirma que seguirá acompanhando todos os passos da investigação a fim de esclarecer as circunstâncias da morte do funcionário da empresa.

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Campinas tem mais de 15 mil Fuscas em circulação

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Levantamento do Detran.SP comprova que um dos modelos de veículo mais emblemáticos da história, o Fusca, continua nos corações dos motoristas paulistas. No dia 20 de janeiro, quando se comemora o Dia Nacional do Fusca (data do início de fabricação do carro no Brasil, em 1959), existem cerca de 650 mil Fuscas ativos trafegando pelas vias do Estado, desde a versão 1.200 cilindradas ao moderno New Beetle.

São Paulo, Campinas, Guarulhos, Santo André e São Bernardo do Campo ocupam os cinco primeiros lugares com a maior frota deste veículo. Atualmente, mais de 209 mil exemplares circulam nestas cidades, sendo que dez mil deles são itens de colecionadores, que circulam com placas pretas.

O Fusca foi lançado em 1935 pelo alemão Ferdinand Porshe com o nome de Typ I para ser um veículo popular e econômico. Ao logo dos anos passou pela modernização em sua mecânica, estética e passou a ser utilizado com várias finalidades, como uso pelo correio e até veículo militar durante a guerra, em 1939. Ganhou apelidos pelo mundo, onde foram produzidos mais de 21 milhões de exemplares, como Beetle, Bug, Käfer, Type 1, Carocha, Coccinelle, Escarabajo e Maggiolino.

No Brasil, começou a ser produzido em 1959 com peças 100% nacionais, chamado carinhosamente de fusquinha e fuscão, que tinha motor 1500 cilindradas e cores fortes como laranja e verde abacate. Ao ser substituído no mercado automobilístico por outros modelos populares, sua produção foi paralisada em 1986, mas retomada, em grande estilo, pelo ex-presidente Itamar Franco, em 1993, em São Bernardo do Campo (SP). Em 1996 saiu de linha definitivamente.

Mas os apaixonados pelo carrinho continuam firmes, inclusive no Fusca Clube do Brasil, em São Paulo. O engenheiro Ervin Moretti, de 67 anos, diretor do clube, tem uma história antiga com o carro, que foi onde aprendeu a dirigir aos 18 anos quando tirou a CNH. ” “Tenho uma ligação sentimental com o fusca porque foi o primeiro carro que dirigi. Quando minha vizinha quis vender seu Sedan 1974, verde, fiquei apaixonado. Comprei, mandei reformar e o apelidei carinhosamente de Horácio, que era meu personagem preferido dos quadrinhos”, conta.

O fusca verde ganhou ainda um item especial, um autógrafo no porta-luvas do Maurício de Souza, quando o engenheiro visitou o estúdio do cartunista. Fora a pintura, ‘Horácio’ não precisou de mais nenhuma reforma, só manutenção e já rodou várias cidades, como Tiradentes e Araxá, em Minas Gerais, mas com todo cuidado. “ Saio apenas para exposições e encontros ao lado de minha esposa Flávia porque é um carro muito visado para roubos. E coloquei uma placa de alerta “ Isto não é um carro, é um FUSCA”, brinca Ervin, que tem como copiloto a esposa Flávia, também colecionadora, desta vez de uma Kombi vermelha apelidada de Mônica.

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