A Ponte da Esperança (estaiada) encurta os caminhos da cidade e também colabora para aumentar as chances de sucesso nos socorros prestados pelo Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência). Nestes primeiros dias de trânsito liberado pela ponte, o coordenador do Samu, José Roberto Silva, fez um acompanhamento que aponta que o tempo de deslocamento das ambulâncias, desde a base do serviço até o Jd. Novo Ângulo, foi de 3 minutos, sete a menos do que o tempo gasto no itinerário pela estrada Sabina Baptista de Camargo, conhecida como estrada da Granja. A estrutura, construída pela Prefeitura de Hortolândia para integrar as regiões Leste (Jd. Novo Ângulo) e Oeste (Jd. Amanda) da cidade, está liberada para o tráfego de veículos desde a noite de quinta-feira (30/05), data em que foi inaugurada.

“A Ponte da Esperança, com certeza, é um importante viário do ponto de vista de integração urbana, uma vez que reduziu o tempo de deslocamento das ambulâncias em chamados feitos a partir da região do Jd. Novo Ângulo. Isso é importante para o sucesso do nosso trabalho, pois o tempo de resposta do socorro faz diferença no atendimento das ocorrências e no salvamento de vidas”, enfatiza Silva.

A Ponte da Esperança é a primeira ponte modelo estaiada da RMC (Região Metropolitana e Campinas) e a maior do interior paulista, com 180 metros de vão sob a base e um mastro de 75 metros de altura. Agora que está liberada para o tráfego de veículos, a estrutura vai facilitar acessos entre os bairros de Hortolândia e levar mais desenvolvimento à região do Jd. Novo Ângulo. “Esta é uma obra importante para todas as cidades da região, mas especialmente para Hortolândia, pois ela liga uma região muito humilde da cidade, que é o Jd. Nova América e o Jd. Novo Ângulo, ao restante do município. É um momento que ficará para a história de Hortolândia”, ressaltou o prefeito Angelo Perugini, durante a inauguração. 

Com 700 metros de extensão e 16,9 metros de base, sustentada por 16 estais, a ponte é um importante eixo de integração viária local e regional, uma vez que também faz parte do traçado do Corredor Metropolitano Noroeste, em implantação pela EMTU (Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos). Quando todas as obras do corredor estiverem prontas, este viário ligará as cidades de Americana, Santa Bárbara D’Oeste, Nova Odessa, Sumaré, Hortolândia e Campinas. Durante a inauguração da ponte, o governador João Doria afirmou que, até dezembro deste ano, as obras que ligarão a Ponte da Esperança à Campinas estarão finalizadas, o que inclui a continuidade do corredor pelos bairros Parque Peron e Chácaras Nova Boa Vista (perto do presídio) e a alça de acesso ao km 5 da SP-101 (Rodovia Jornalista Francisco Aguirre de Proença).

PIC

A inauguração da Ponte da Esperança e a continuidade da obra do Corredor Metropolitano são ações que fazem parte do PIC (Programa de Incentivo ao Crescimento), iniciativa que prevê mais de 100 intervenções e serviços que promoverão o desenvolvimento urbano, ambiental, social e humano para que Hortolândia cresça com planejamento e sustentabilidade nos próximos 30 anos.

Raio X – Ponte da Esperança

•180 metros de vão

•700 metros de extensão

•75 metros de altura

•16,9 metros de largura

•16 pares de estais

•90 luminárias LED

•Pista de caminhada

•Capacidade de fluxo de 2,4 mil veículos por hora

 

Este artigo foi enviado pela Prefeitura de Hortolandia