Uma empresa da Região Metropolitana de Campinas está por trás de um projeto pioneiro no Brasil voltado à formação e ao desenvolvimento de iniciativas culturais e tecnológicas. A City Web Arte e Inteligência, sediada em Hortolândia, é responsável pela Casa Criativa CMOC, que lançou no dia 8 de abril o edital da Incubadora Criativa.
A iniciativa vai selecionar 20 grupos e coletivos culturais, artísticos e tecnológicos para um programa de desenvolvimento com duração de 12 meses. A proposta é transformar ideias em projetos estruturados, com potencial de geração de trabalho, renda e impacto social. As vagas são destinadas às cidades de Catalão e Ouvidor, em Goiás.
Embora o edital seja voltado ao público goiano, a participação de uma empresa da região de Campinas no desenvolvimento do projeto reforça a presença local em iniciativas de alcance nacional, especialmente no campo da economia criativa e da inovação cultural.
Mais do que uma seleção, a incubadora funciona como um programa completo de formação. Os participantes terão acesso a mentorias especializadas, capacitações, suporte técnico e à infraestrutura física e tecnológica da Casa Criativa. Ao longo do processo, os grupos serão orientados a aprimorar seus projetos, fortalecer sua atuação e ampliar oportunidades dentro da economia criativa.
O programa é voltado a coletivos formais ou informais que atuam nas áreas de artes cênicas (teatro, dança e circo), música, audiovisual, cultura digital e iniciativas afirmativas. A proposta também prioriza a participação de estudantes de escolas públicas, pessoas em situação de vulnerabilidade social e grupos ligados à diversidade.
Além da formação, os grupos selecionados contarão com recurso financeiro para participação na incubadora e deverão desenvolver ações de retorno à comunidade, como oficinas, apresentações ou atividades culturais abertas ao público.
“Sabemos que muitas pessoas têm boas ideias, mas encontram dificuldade para transformá-las em projetos estruturados. A incubadora vem para apoiar esse processo e fortalecer essas iniciativas. Para nós, é muito significativo desenvolver um projeto como esse em Goiás a partir de uma empresa sediada em Hortolândia, na região de Campinas, que é um polo importante de produção cultural e audiovisual no interior paulista. A região tem uma trajetória forte na formação de artistas, coletivos e iniciativas independentes, e ver esse conhecimento sendo aplicado na criação de um projeto com impacto social em outro território reforça a capacidade de articulação e inovação que nasce aqui”, afirma a coordenadora do projeto, Rita Oliveira.
Para mais notícias, eventos e empregos, siga-nos no Google News (clique aqui) e fique informado
Lei Proibida a reprodução total ou parcial, sem autorização previa do Portal Hortolandia . Lei nº 9610/98









