Segundo o site G1, as vendas de produtos da farmacêutica EMS ao poder público foram limitadas após a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) constatar o descumprimento dos requisitos de “boas práticas de fabricação de medicamentos”. A resolução publicada segunda-feira (2) no Diário Oficial da União não impede, entretanto, a negociação dos produtos da empresa que possui fábrica em Hortolândia (SP) com instituições privadas, entre elas, farmácias.
Segundo a assessoria da Anvisa, a negativa para renovação do certificado, que atesta cumprimento de normas, impede a farmacêutica de registrar novos produtos e solicitar renovação de antigos. Além disso, informou que a participação da empresa em licitações pode ser impedida, caso o certificado seja item exigido durante processos licitatórios.
A Anvisa informou ainda que os indeferimentos foram publicados em decorrência de inspeção realizada na empresa, em janeiro de 2015, pelo Centro de Vigilância Sanitária de São Paulo (CVS-SP) e pelo próprio órgão, onde ficou constatado “certos requisitos de Boas Práticas de Fabricação” são descumpridos.
O veto também foi estendido para duas farmacêuticas do grupo, a Germed e Legrand Pharma. A EMS detém há oito anos o maior faturamento do setor no país.
O que será feito?
Em nota, a assessoria de imprensa das empresas EMS, Germed e Legrand informou que todas as providências já foram tomadas com a finalidade de obterem a renovação dos Certificados de Boas Práticas de Fabricação (CBPF). Além disso, lembraram que não há restrição para que os medicamentos sejam comercializados em farmácias e drogarias.
Dúvidas podem ser esclarecidas pelo Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) da EMS, por meio do telefone 0800-19-19-14, de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h.
Foto: Outubro rosa – arquivo
Fonte: G1
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