Nesta quinta-feira, 12, o Palmeiras decidiu por acionar o Fortaleza na CNRD (Câmara Nacional de Resolução de Disputas) da CBF. O motivo é uma dívida do clube cearense com o Verdão por dois jogadores. A informação foi concedida inicialmente pela ESPN.
O Palmeiras cobra quantias relacionadas a venda de Gustavo Mancha para o Olympiacos, da Grécia, em agosto de 2025. O Verdão alega que o clube cearense não repassou valores devidos referentes à negociação.
A venda de Mancha ao time grego foi fechada em 4,5 milhões de euros (cerca de R$ 28,3 milhões à época). Revelado pelo Palmeiras, o zagueiro teve 30% do montante preservados pelo Alviverde quando foi negociado com o Fortaleza, em março de 2024. Com a nova transferência, o clube paulista manteve o direito a esse percentual.
De acordo com o acordo firmado, o Fortaleza deveria ter repassado ao Verdão, ainda em setembro, as duas primeiras parcelas da quantia devida. Fontes apontam que os valores, que somam 825 mil euros (R$ 5,092 milhões na cotação atual), foram quitados com um mês de atraso.
O imbróglio, no entanto, se agravou com a terceira parcela. O Fortaleza recebeu 750 mil euros (R$ 4,629 milhões) do Olympiacos em novembro e deveria repassar 225 mil euros (R$ 1,389 milhão) ao Palmeiras. O pagamento, porém, não foi efetuado.
Palmeiras tentou acordo
Diante da inadimplência, o Palmeiras notificou oficialmente o Fortaleza em 2 de dezembro, ainda sob a gestão de Marcelo Paz, dando um prazo de dez dias para a quitação. Sem retorno, o clube paulista estendeu o prazo por mais 30 dias e ainda propôs um parcelamento da dívida, que também não teve resposta.
Além dos 225 mil euros em aberto, o Palmeiras tem outros 300 mil euros (R$ 1,851 milhão) a receber pela transação. A próxima parcela, de 150 mil euros (R$ 926,5 mil), vence em 15 de março.
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