O Palmeiras mantém Nino, do Zenit, como prioridade absoluta para reforçar a zaga, mas já mapeia uma alternativa de mercado: Alexander Barboza, do Botafogo. A diretoria alviverde trabalha com os dois nomes em paralelo, ciente das dificuldades e dos prazos distintos de cada negociação.
Nino: o sonho complicado para o Palmeiras
O zagueiro da Seleção Brasileira segue como plano A. O próprio diretor de futebol, Anderson Barros admitiu publicamente o interesse e revelou que o clube mantém contato com o estafe do jogador e com o Zenit. A aposta é que a janela do meio do ano, quando os europeus costumam reformular elencos, abra uma brecha para a negociação. O Fluminense, clube em que Nino é ídolo, também está na disputa.
“Nino é um jogador que nós definimos e apostamos sempre na contratação dele. Não é uma contratação simples. O Palmeiras já esteve com o Zenit, tem conversado com seus representantes e com o atleta. Quando ele esteve em São Paulo, estivemos juntos”, afirmou Barros.
Barboza: oportunidade a médio prazo
Com contrato se encerrando no fim da temporada, o defensor do Botafogo surge como uma opção viável — mas apenas para o final do ano. A avaliação interna é de que o clube carioca não facilitaria uma liberação antecipada, o que torna a contratação para o segundo semestre praticamente inviável. O São Paulo também foi apontado como possível interessado.
O Palmeiras seguirá monitorando a situação de ambos, mas a ordem de prioridade é clara: avançar com Nino no meio do ano e, caso o negócio emperre de vez, manter Barboza como carta na manga para 2027.
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