A partir de 2027, o Campeonato Brasileiro passará por significativa alteração nas normas relacionadas à presença de jogadores estrangeiros. A CBF anunciou que o número máximo de atletas não-nacionais em campo será diminuído gradativamente, atingindo um limite de cinco estrangeiros por partida até 2030. Essa nova legislação abre espaço para que alguns jogadores busquem a cidadania brasileira, uma alternativa viável para contornar essa mudança.
Entendendo o processo de naturalização
Segundo a legislação do país, para que um atleta possa solicitar a naturalização ordinária, é necessário um período de residência contínua de pelo menos quatro anos em solo brasileiro. O interessado deve preencher um formulário na Polícia Federal, que, posteriormente, envia o pedido ao Ministério da Justiça.
Além do requisito de moradia, o candidato deve ser maior de 18 anos, apresentar capacidade de comunicação em português e não ter pendências judiciais. Para quem tem filhos nascidos no Brasil ou um cônjuge brasileiro, esse prazo de residência é reduzido para apenas um ano. Aqueles provenientes de países de língua portuguesa, como Portugal e Angola, também se beneficiam com uma redução no período para um ano.
Atletas em potencial para a cidadania no Brasileirão
- Arboleda (São Paulo): reside no Brasil desde junho de 2017
- Gustavo Gómez (Palmeiras): no Brasil desde agosto de 2018
- Piquerez (Palmeiras): presente desde julho de 2021
- Flaco López (Palmeiras): em solo brasileiro desde junho de 2022
- Calleri (São Paulo): no Brasil desde agosto de 2021
- Miguelito (Santos): residente desde julho de 2018
- Isidro Pitta (Bragantino): chegou ao Brasil em janeiro de 2022
- Hurtado (Bragantino): também presente desde janeiro de 2022
São Paulo e a possibilidade de naturalização
O São Paulo conta com dois jogadores que podem ser beneficiados pela legislação voltada aos lusófonos. Buta e Domingos Duarte possuem nacionalidade portuguesa, facilitando o processo de naturalização, embora eles precisem completar um ano de residência, visto que chegaram no segundo semestre desta temporada.
A obtenção da cidadania brasileira por estes atletas permitiria que eles não contassem como estrangeiros, aliviando a pressão no elenco, que atualmente conta com sete jogadores não-nacionais. A partir de 2028, haverá a necessidade de reduzir esse número, mas as saídas de Cédric e Enzo Diaz devem mitigar complicações.
Próximos passos no Campeonato Brasileiro
A primeira fase da diminuição do número de atletas estrangeiros começa em 2027, permitindo até oito por partida. O limite vai sendo reduzido para sete em 2028, seis em 2029 e finalmente cinco em 2030. Assim, os clubes precisarão se adaptar, e a naturalização pode ser uma estratégia viável para dar continuidade aos principais jogadores, evitando que sejam contabilizados como gringos.
Fonte: Pauta Viva / Esporte
Para mais notícias, eventos e empregos, siga-nos no Google News (clique aqui) e fique informado
Lei Proibida a reprodução total ou parcial, sem autorização previa do Portal Hortolandia . Lei nº 9610/98

Prefeitura de Hortolândia - Serviços Prestados - Portal - 18 a 30/09






Rede CreaLab Coworking - Creasp
Mês do cliente Natura
Grand Theft Auto VI
Cinema em Hortolândia