Herói da partida, Gabigol, foi o escolhido para dar entrevista na saída do gramado da Vila Belmiro e nela, falou sobre a preparação para as partidas. Segundo o atacante, o tempo de preparação impede um melhor desempenho.
Ele ainda credita ao período algumas dores e jogadores no sacrifício.
“É um pecado ter um clássico após duas, três semanas de treino. Os jogadores ainda não estão 100%. A gente vê vários jogadores com dores já e isso é um pouco normal pelo tempo de preparação, todo mundo sabe que precisamos de mais. Mas creio eu que foi um clássico disputado. Eles tiveram bons momentos, mas a gente também teve. Talvez no final a gente poderia ter virado o jogo. Acho que quando é assim, começo de temporada, os jogos têm que ser mais abertos. E o que vale para mim é a luta, a entrega, vários jogadores já no sacrifício”, disse em entrevista a TNT Sports.
A bola é horrível, segundo Gabigol
Quando perguntado sobre o que ele pensou na hora de bater a falta, Gabriel foi sincero e declarou que a bola que é fabricada pela Penalty, é ruim, e por conta disso ela não faria a curva que ele julgava necessário para fazer o gol de falta por cima da barreira.
“Hugo montou a barreira para um destro. Bater por cima ficava um pouco curto, acho que a bola não ia subir e descer. Essa bola, desculpa, mas é horrível, então eu tinha o canto do goleiro e optei por fazer isso.”
Agora, ainda com essa mesma bola, Gabigol e companhia voltam a campo no domingo, 25, às 16h, contra o Bragantino pelo Paulistão, na última rodada antes da estreia no Brasileirão.
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