Nesta segunda-feira, 2, o presidente da FIFA, Giani Infantino, falou pela primeira vez publicamente sobre a possibilidade de reintegrar a Rússia as competições internacionais.
Desde 2022, tanto as equipes como as seleções do país são impedidas de participar de competições internacionais, o que gerou a ausência dos clubes na Champions League, Europa League e Conference, além da ausência da seleção nas eliminatórias e consequentemente Copa do Mundo de 2022 e de 2026.
A situação ocorre em meio a pressão sofrida pela entidade por ações contra países com ações questionadas, como Israel, que participou das eliminatórias europeias sem problemas mesmo com casos de bombardeios em Gaza. A FIFA enfenta críticas públicas sobre um eventual privilégio a alguns países em detrimento de outros conforme os interesses políticos da entidade.
Ainda com as eliminatórias europeias ocorrendo, o Conselho de Direitos Humanos da ONU solicitou a suspensão de Israel após consultar um grupo de especialistas independentes.
O relatório dizia que “órgãos esportivos não devem fechar os olhos para graves violações dos direitos humanos.” Os especialistas contrários argumentavam que seria injusto boicotar os atletas por ações do Estado de Israel.
Todavia, nem a FIFA nem a UEFA se manifestaram ou puniram a seleção israelense. Com a eliminação para Noruega que se classificou diretamente e Itália para a repescagem, ambas as federações deixaram de lado a solicitação.
“Temos que considerar (retirar a suspensão da Rússia). Definitivamente. Essa proibição não alcançou nada, apenas gerou mais frustração e ódio. A possibilidade de meninas e meninos da Rússia jogarem futebol em outras partes da Europa seria uma grande ajuda.”
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