O custo da cesta básica aumentou nas 27 capitais brasileiras, segundo levantamento do Dieese e da Conab, pressionando o orçamento das famílias em 2026.
Quanto custa a cesta básica nas capitais?
A cidade de São Paulo registrou o maior valor, com média de R$ 883,94, enquanto Aracaju apresentou o menor custo, com R$ 598,45.
Outras capitais com valores elevados incluem:
- Rio de Janeiro: R$ 867,97
- Cuiabá: R$ 838,40
- Florianópolis: R$ 824,35
- Campo Grande: R$ 805,93
Por que os preços subiram?
Os principais responsáveis pela alta foram:
- Feijão
- Batata
- Tomate
- Carne bovina
- Leite
Segundo o estudo, o aumento está ligado principalmente ao impacto das chuvas nas regiões produtoras, que reduziram a oferta de alimentos.
Na contramão, o açúcar registrou queda em 19 cidades, influenciado pelo excesso de oferta.
Quanto do salário mínimo vai para alimentação?
Com o salário mínimo em R$ 1.621,00, o trabalhador compromete em média:
- 48,12% da renda líquida apenas com a cesta básica
- Cerca de 109 horas de trabalho para adquirir os itens
O tempo médio necessário para compra subiu para quase 98 horas mensais.
Qual deveria ser o salário mínimo ideal?
De acordo com o Dieese, o salário mínimo necessário para cobrir despesas básicas de uma família de quatro pessoas deveria ser de:
- R$ 7.425,99, equivalente a 4,58 vezes o valor atual
O que explica a alta do feijão?
O feijão foi um dos itens com maior impacto no aumento dos preços.
Fatores apontados:
- Redução da área plantada
- Problemas climáticos em estados como Paraná e Bahia
- Menor produção na segunda safra
Especialistas indicam que a oferta limitada elevou os preços, mesmo com queda na produtividade.
Qual o impacto para moradores de Hortolândia?
Para famílias de Hortolândia e região de Campinas, o aumento da cesta básica impacta diretamente o custo de vida, principalmente em itens essenciais como alimentação.
O cenário exige maior planejamento financeiro e pode influenciar o consumo e a economia local.
Destaques da Notícia
- Cesta básica subiu em todas as capitais do Brasil
- São Paulo tem o maior custo, com R$ 883,94
- Alimentação já consome 48% do salário mínimo
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