A Disney encerrou 2025 no topo absoluto do mercado cinematográfico da América do Norte. Das vendas totais de ingressos nos Estados Unidos e Canadá, que somaram cerca de US$ 9 bilhões, o estúdio ficou com 27,5% de participação, um desempenho que isolou a empresa na liderança do setor.
Na prática, a Disney faturou US$ 2,49 bilhões apenas na América do Norte, abrindo larga vantagem sobre as principais concorrentes. A Warner Bros. terminou o ano com aproximadamente US$ 1,9 bilhão, enquanto a Universal alcançou cerca de US$ 1,7 bilhão.
O domínio foi tão expressivo que nenhum outro estúdio no mundo conseguiu ultrapassar a marca de US$ 1 bilhão em bilheteria ou atingir mais de 7% de market share em 2025.
Nostalgia como motor do sucesso
O segredo da liderança não esteve em grandes apostas inéditas, mas no chamado “arroz com feijão” da indústria: franquias consagradas. A Disney apostou pesado na nostalgia e colheu os resultados ao trazer de volta marcas já consolidadas junto ao público.
Entre os destaques estiveram o remake de Lilo & Stitch, a sequência de Zootopia e novos lançamentos do Marvel Studios. O apelo dessas produções reforçou uma tendência clara do mercado: o público segue altamente engajado com universos já conhecidos.
Esse peso das franquias fica evidente em um dado simbólico: 9 dos 10 filmes mais vistos de 2025 foram baseados em marcas já estabelecidas, mostrando como a familiaridade continua sendo um fator decisivo para o sucesso comercial.
Concorrência distante e mercado concentrado
O desempenho da Disney em 2025 também evidencia a crescente concentração do mercado cinematográfico. Mesmo grandes estúdios globais tiveram dificuldades para competir em escala, reforçando a vantagem competitiva de quem controla universos narrativos amplos, personagens icônicos e calendários de lançamentos bem definidos.
Enquanto isso, estúdios menores ficaram restritos a fatias modestas do mercado, sem conseguir romper a barreira simbólica de relevância global nas bilheterias.
2026 promete elevar ainda mais a aposta
Para 2026, a estratégia da Disney é intensificar ainda mais o uso de suas principais franquias. O estúdio já prepara o primeiro filme de Star Wars desde 2019, além de Toy Story 5, um live-action de Moana e o aguardado Vingadores: Doomsday, que deve movimentar novamente o universo Marvel.
A combinação de nostalgia, continuidade de histórias e grandes produções indica que o próximo ano tende a ser ainda mais forte para a empresa, mantendo a Disney como protagonista absoluta do cinema comercial.
Perguntas e respostas rápidas
Quanto a Disney faturou em bilheteria em 2025 na América do Norte?
Cerca de US$ 2,49 bilhões.
Qual foi o market share da Disney em 2025?
27,5% das vendas de ingressos nos EUA e Canadá.
Quem ficou em segundo e terceiro lugar?
Warner Bros. e Universal, respectivamente.
O que impulsionou o sucesso da Disney?
Franquias conhecidas e apelo à nostalgia.
O que a Disney prepara para 2026?
Novo Star Wars, Toy Story 5, Moana live-action e Vingadores: Doomsday.
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