Diniz explica métodos, exalta ex e entrega do time: “Muita fome”

Corinthians Fernando diniz

Reprodução / Corinthians TV

Fernando Diniz usou a entrevista coletiva após a vitória por 2 a 0 sobre o Santa Fé para explicar seu método de trabalho no Corinthians e exaltar a entrega do elenco. O treinador revelou que tem aproveitado a base deixada por Ramón Díaz e Dorival Júnior, especialmente nas jogadas de bola parada, enquanto implementa seus conceitos aos poucos.

“Estou trabalhando em todas as frentes possíveis, com muito vídeo e foco na defesa, além de inserir as ideias de aproximação. O time já tinha um bom repertório de bola parada quando cheguei, e estou aproveitando esse legado. Os jogadores estão com muita fome de aprender e evoluir”, afirmou.

Sentir antes de medir, o lema de Fernando Diniz

Questionado sobre a repetição da escalação nos três primeiros jogos sob seu comando, Diniz deixou claro que sua avaliação vai além da fisiologia. O treinador disse que escala pelo que sente, não apenas pelos números.

“Respeito os dados biológicos, mas me apego a outros aspectos que não são mensuráveis. Jogador não é só osso e músculo. Existem fatores como medo, coragem, alegria e entusiasmo. É isso que mais me interessa, e só dá para conhecer de perto. Para mim, futebol é mais sentir do que medir. Se não fossem as suspensões, eu repetiria o time, sim.”

A cara do time de Fernando Diniz

Diniz também rebateu a ideia de que seu trabalho se resume a esquemas táticos rígidos. Para ele, a identidade do Corinthians sob seu comando está na postura e na coragem.

“As pessoas me rotulam por conceitos táticos, mas não me limito a isso. A minha cara no time é essa: entrega total, vontade de vencer e coragem para jogar. A parte tática a gente vai ajustando conforme cada partida pede”, concluiu Fernando Diniz.

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