Campinas não apresenta casos de sarampo desde 2021 e atingiu, no ano passado, cobertura vacinal de 98,30% para a primeira dose e 92,41% para a segunda dose da tríplice viral. Apesar disso, o estado de São Paulo registrou 23 casos da doença em 2026, e outros países, como Estados Unidos, Canadá e México, enfrentam surtos da doença. Diante disso, a Secretaria de Saúde de Campinas destaca a importância de conhecer a doença e separar fatos de boatos para auxiliar no combate ao sarampo.
A Secretaria de Saúde listou diversos pontos para esclarecer dúvidas comuns que circulam nas redes sociais e internet sobre o sarampo. Confira os principais esclarecimentos:
Para reforçar a imunização, a Saúde de Campinas realiza busca ativa de crianças com vacinação pendente, campanhas de multivacinação e promove reuniões com escolas e hospitais para orientações. A vacinação é o método eficaz para prevenir o sarampo e evitar que surtos aconteçam.
A vacinação contra sarampo ocorre em duas doses: a primeira dose aos 12 meses com a tríplice viral, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola, e a segunda dose entre 15 meses e 12 anos, com a tetraviral, que também inclui proteção contra varicela.
Para conferir os endereços e horários dos Centros de Saúde de Campinas em que as vacinas são aplicadas, o site oficial oferece uma lista atualizada, acessível pelo endereço https://campinas.sp.gov.br/sites/vacina/locais-e-horarios-de-vacinacao.
Não. A vacina tríplice viral é contraindicada durante a gravidez. Mulheres devem evitar engravidar por 30 dias após a vacinação.
Mito. Pessoas de qualquer idade, especialmente as não vacinadas, podem contrair a doença.
Sim. Todas as vacinas contra o sarampo estão disponíveis gratuitamente nas Unidades Básicas de Saúde do município.
O sarampo pode causar complicações graves, sequelas permanentes e até morte, além de favorecer surtos na comunidade.
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