São Paulo vive dias movimentados nos seus bastidores. Após a reprovação com quase unanimidade das contas apresentadas de 2025, conselheiros do clube se articulam para barrar outra situação: a renovação contratual de material esportivo com a New Balance.
O principal ponto de desacordo de grande parte do Conselho são-paulino é o grande valor da multa do contrato que Eduardo Toni quer passar. A avaliação é de que o próximo contrato tem que ser feito de maneira muito mais cuidadosa e especial por englobar o centenário do clube, em 2030, além de que, como esse é um "mandato-tampão", não deveria formalizar acordos que prendam o clube nas próximas gestões sem poder renegociar cifras.
Um dos desejos é debater os detalhes e pormenores do novo contrato junto a Eduardo Toni, atual diretor de marketing do clube, antes de votar na próxima reunião do Conselho Deliberativo.
Eduardo Toni deve receber uma convocação extraordinária do Conselho.
Com a reprovação das contas de 2025, que a atual presidência do clube, encabeçada por Harry Massis Júnior, tentou aprovar, sob o argumento de que a rejeição faria com que o São Paulo sofresse ainda mais com perda de prestígio e acesso a linhas de crédito, a atual gestão foi exposta como isolada.
Os conselheiros de oposição votaram contra o balanço financeiro também pela possibilidade política de isso se tornar um argumento a favor de representações contra Casares na Comissão de Ética, já que o principal ponto de incômodo foi a falta de esclarecimentos sobre R$ 7 milhões em saques destinados à presidência, no momento em que Julio era o presidente.
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