O Santos iniciou a temporada de maneira preocupante. Na zona de rebaixamento do Brasileirão e precisando de combinação de resultados para avançar no Paulistão, a comissão técnica entende ser necessária a contratação de reforços.
Vojvoda vem pedindo à diretoria de futebol para contratar ao menos mais dois nomes: um para a linha de defesa e outro para a posição de volante. Essas pedidas, no entanto, tem esbarrado em questões financeiras.
Com altas dívidas e dificuldades em demonstrar garantias aos clubes, o Santos entende que a fama de "mau pagador" atrapalha nas conversas, fazendo com que os pedidos sejam maiores do que realmente valem. Por conta disso, a diretoria de futebol tem pesquisado nomes mais concretos e em oportunidades de mercado, visando ter menos apostas do que em 2025.
Os quatro jogadores contratados até aqui tem perfil similar: ou estavam fora dos planos do clube, ou a instituição precisava vender. O Peixe anunciou Gabriel Menino, Gabigol, Rony e Moisés.
Para as duas posições em especial, o Peixe tem um nome apenas. O zagueiro Marco Di Cesare, do Racing é a opção para a defesa, que vem sendo articulado um empréstimo com obrigação de compra ao final da temporada.
No meio-campo, após algumas tentativas frustradas como Pedro Vite e Felipe Loyola, o Peixe não tem um nome definido e busca novas alternativas.
Outro fator relevante para esse planejamento é o que vai acontecer principalmente na última rodada do Paulistão, neste domingo. Caso o clube não consiga se classificar para a segunda fase do estadual, Alexandre Mattos, executivo de futebol e Juan Pablo Vojvoda, técnico, estão ameaçados de demissão.
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