Roger fala sobre saúde mental e acredita na volta por cima: "Seguimos"

O treinador do São Paulo, Roger Machado, admitiu estar se sentindo pressionado. O técnico não escondeu que acredita que isso possa atrapalhar o time, além de demonstrar abatimento.

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Para Roger, o ambiente interno vive um trabalho saudável durante o dia a dia. Em relação ao externo, ele atribui as polêmicas recentes e momentos do clube.

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"Temos que separar o ambiente interno do externo. No interno, tudo é muito saudável e todos estão envolvidos para as coisas darem certo. Todas as questões de pressão no técnico impactam os atletas. Na Sul-Americana, pedi para eles ficarem mais calmos, já que eles estavam mais ansiosos. Isso é ruim para o São Paulo."

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Apesar disso, Roger disse mais de uma vez que acredita na reversão

"Estou sendo julgado também pelo momento do clube. E isso gera impacto nos jogadores, mas tenho confiança de que é possível revertermos."

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"Estou há 33 anos no futebol, já fui pressionado e em algumas superamos e em outras não. Sigo forte e confiante no trabalho para superar esse cenário."

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"Que exemplo daria às minhas filhas?", indaga Roger Machado

Perguntado se poderia desistir, o técnico deixou claro que se sente abatido por conta de criticas, que considera algumas injustas. Todavia, busca força na família para seguir o trabalho.

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"Nos questionamos sempre, mas que exemplo daria para as minhas filhas nesse momento de pressão se eu desistisse, mesmo com algumas críticas injustas. Sigo trabalhando enquanto presidente e diretoria acharem que devo seguir. Claro que esse ambiente externo acaba contaminando o jogo. Os jogadores ficam mais ansiosos."

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A saúde mental de Roger Machado

Roger Machado também disse que o momento está sendo dividido com sua família.

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"Tenho dividido com minha esposa e minhas filhas que isso não é só sobre futebol. Está sendo uma experiência de vida maravilhosa e se preserva a saúde dormindo bem, alimentando-se bem, estando ao lado de pessoas que te dão confiança e estando em um ambiente bom. Se tem algo que me motiva, é o carinho que recebo no CT. Chego três horas antes para organizar as atividades e rever tudo. Muitas vezes, na batalha, o comandante veste vermelho para ninguém ver que ele está ferido. Seguimos."

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