A orelha de padre é uma receita tradicional brasileira muito popular em cidades do interior e reuniões de família. Com uma massa simples, frita até ficar dourada e crocante, esse quitute conquista pelo sabor e pela nostalgia, lembrando os tradicionais cafés da tarde na casa da avó.
Apesar do nome curioso, a orelha de padre é um biscoito frito leve e versátil, que pode ser servido puro, polvilhado com açúcar e canela ou acompanhado de doce de leite, goiabada e geleias caseiras. É uma ótima opção para servir com café fresco ou chá quente.
30 unidades
Em uma tigela, coloque o ovo, o açúcar, o sal, o óleo e a manteiga ou margarina. Misture até formar um creme homogêneo.
Adicione o fermento e o leite, mexendo bem para incorporar todos os ingredientes.
Adicione a farinha de trigo aos poucos, misturando até obter uma massa lisa e que não grude nas mãos.
Transfira para uma bancada enfarinhada e sove por cerca de 5 minutos.
Modele uma bola com a massa, cubra com um pano limpo e deixe descansar por 10 minutos em temperatura ambiente.
Divida a massa em duas partes.
Com um rolo, abra cada porção até atingir aproximadamente 0,5 cm de espessura.
Faça tiras de cerca de 2 cm de largura e depois corte cada tira na diagonal, formando os tradicionais pedaços da orelha de padre.
Aqueça o óleo em uma panela.
Quando estiver quente, reduza para fogo médio e frite os pedaços aos poucos, virando para dourar dos dois lados.
Retire com uma escumadeira e coloque sobre papel-toalha para remover o excesso de óleo.
A origem do nome "orelha de padre" varia conforme a região do Brasil. Acredita-se que o formato do quitute lembra uma orelha dobrada, dando origem ao nome popular que atravessa gerações e continua presente em festas, cafés coloniais e receitas de família.
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