Em meio a grande crise com o presidente Julio Casares, o São Paulo tenta se blindar no planejamento e preparação para a temporada de 2026. Todavia, neste momento, não tem conseguido.
Sem a presença do presidente, neste momento focado em se salvar do processo de impeachment ou até mesmo renunciar ao cargo e se defender na esfera civil e interna dentro do clube, o departamento de futebol fica esvaziado.
Nos últimos dias, se reuniu com conselheiros, tentando apresentar argumentações e defesas a fim de conquistar apoio novamente.
Neste momento, as decisões, montagem do elenco e eventuais saídas estão totalmente nas mãos de Rui Costa e Muricy Ramalho. O executivo lidera as negociações, enquanto Muricy é o principal responsável pela apresentação de nomes.
Com a saída de Carlos Belmonte, o processo fica ainda mais nas mãos da dupla.
Casares, como dito anteriormente, preocupado com questões políticas e pessoais, não participa tanto das decisões e negociações com novos jogadores.
Apesar de ter alvos definidos, um volante, um zagueiro canhoto e outro atacante, o Tricolor só terá o seu presidente ativo nessa busca ou em negociações em andamento como a de Allan quando houver uma definição, seja pelo processo de votação do impeachment ou uma eventual renúncia de Casares.
Renovações que o clube quer realizar, como a de Sabino e a de Rodriguinho, também ficam paralisadas por ora em meio as polêmicas.
Há também uma grande preocupação de que esses problemas cheguem ao campo, trazendo instabilidade ao elenco e comissão técnica.
A questão financeira é outro grande impeditivo. O clube está com poucos recursos para investir e trabalha apenas com jogadores considerados oportunidades de mercado. A maioria dos nomes que devem vir para essas funções são de atletas em final de contrato ou fora dos planos do clube atual.
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