O custo da cesta básica aumentou nas 27 capitais brasileiras, segundo levantamento do Dieese e da Conab, pressionando o orçamento das famílias em 2026.
A cidade de São Paulo registrou o maior valor, com média de R$ 883,94, enquanto Aracaju apresentou o menor custo, com R$ 598,45.
Outras capitais com valores elevados incluem:
Os principais responsáveis pela alta foram:
Segundo o estudo, o aumento está ligado principalmente ao impacto das chuvas nas regiões produtoras, que reduziram a oferta de alimentos.
Na contramão, o açúcar registrou queda em 19 cidades, influenciado pelo excesso de oferta.
Com o salário mínimo em R$ 1.621,00, o trabalhador compromete em média:
O tempo médio necessário para compra subiu para quase 98 horas mensais.
De acordo com o Dieese, o salário mínimo necessário para cobrir despesas básicas de uma família de quatro pessoas deveria ser de:
O feijão foi um dos itens com maior impacto no aumento dos preços.
Fatores apontados:
Especialistas indicam que a oferta limitada elevou os preços, mesmo com queda na produtividade.
Para famílias de Hortolândia e região de Campinas, o aumento da cesta básica impacta diretamente o custo de vida, principalmente em itens essenciais como alimentação.
O cenário exige maior planejamento financeiro e pode influenciar o consumo e a economia local.
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