Casares analisa renúncia para manter direitos políticos

Após o processo de impeachment avançar nesta sexta-feira, 16, Casares agora enfrenta um outro procedimento. O regimento interno são-paulino prevê uma nova votação.

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A votação no Conselho Deliberativo é para o afastamento provisório. Depois, os sócios decidem se o impeachment é oficializado ou não.

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Em Assembleia Geral, com todos os sócios do clube, Julio Casares receberá o veredito: se a maioria simples optar por seu retorno, volta a cadeira, se a maioria simples votar contra ele, é destituído oficialmente do cargo.

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Há o prazo de 30 dias para essa assembleia ser realizada após a aprovação inicial do impeachment no Conselho.

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Casares pode renunciar?

O ex-presidente do São Paulo, agora pensa na possibilidade de renunciar. A assembleia para votação da oficialização tem até 16 de fevereiro para ocorrer.

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O político são-paulino perderia direitos políticos, caso passe pela segunda assembleia. Ficaria inelegível por 10 anos, além de não poder participar de nenhuma diretoria durante o período.

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Se renunciar, já na próxima eleição, em 2029, poderia participar novamente.

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Quem assume no lugar de Julio?

Harry Massis Junior, empresario de 80 anos é o novo presidente do São Paulo. Ele era vice-presidente de Casares e assume o mandato até o final do ano, quando estão previstas novas eleições.

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Harry é Conselheiro vitalício, sócio do São Paulo desde 1964 e fazia parte do grupo Vanguarda, que apoiava Casares, mas deixou a coalizão.

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