Azeite Afonso Anvisa determinou a apreensão e proibiu a comercialização do produto após identificar irregularidades em testes de qualidade e problemas na importação. A decisão foi publicada nesta quarta-feira (8) no Diário Oficial da União.
De acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o azeite de oliva virgem extra da marca Afonso apresentou resultado insatisfatório em análise de autenticidade, o que levou à retirada do produto do mercado.
Segundo a Anvisa, o azeite foi reprovado no ensaio de índice de refração, um teste utilizado para verificar a pureza e autenticidade de óleos.
De acordo com o órgão, o resultado insatisfatório indica que o produto pode não atender aos padrões exigidos para ser comercializado como azeite de oliva virgem extra.
Além disso, outras irregularidades foram identificadas:
Diante desses problemas, a agência determinou a apreensão e proibiu o uso, a venda, a distribuição, a fabricação, a importação e a propaganda do azeite.
Outro ponto que pesou na decisão foi a situação da empresa responsável pela importação.
De acordo com as informações oficiais, a empresa Comércio de Gêneros Alimentícios Cotinga Ltda:
A Vigilância Sanitária de Curitiba tentou realizar uma inspeção no local, mas constatou que o estabelecimento não está mais em funcionamento.
Essa situação reforçou as suspeitas sobre a regularidade do produto no mercado.
A medida foi formalizada por meio da Resolução (RE) 1.359/2026.
De acordo com a Anvisa, a decisão tem como objetivo proteger o consumidor contra produtos que não atendem aos padrões de qualidade e segurança alimentar.
A agência também reforça que produtos irregulares devem ser retirados imediatamente do comércio.
Quem comprou o azeite da marca Afonso deve evitar o consumo.
A orientação é:
Em caso de dúvidas, o consumidor pode entrar em contato com a Vigilância Sanitária local.
O Brasil já registrou outros casos de azeites considerados impróprios para consumo ou com irregularidades.
Entre as fraudes mais comuns estão:
Essas práticas podem enganar o consumidor e comprometer a qualidade do produto.
A apreensão do azeite Afonso reforça a fiscalização sobre produtos importados e a necessidade de controle rigoroso na cadeia de alimentos.
Casos como esse também aumentam a atenção dos consumidores na hora da compra, especialmente em relação à procedência e regularidade das marcas.
Por que o azeite Afonso foi proibido pela Anvisa?Porque foi reprovado em teste de qualidade e apresentou irregularidades na importação e na empresa responsável.
O azeite Afonso pode ser consumido?Não. A recomendação é não consumir o produto.
O que significa índice de refração no azeite?É um teste que verifica a autenticidade e pureza do óleo.
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