A classificação para o mata-mata da Copa do Mundo de 2026 começa a ganhar contornos mais nítidos. Com Estados Unidos, Alemanha e México já garantidos nos 16-avos de final, o chaveamento vai se desenhando — e uma combinação indesejada pelo Brasil começa a aparecer no horizonte. Se a Seleção terminar na segunda colocação do Grupo C, a Alemanha pode cruzar o caminho nas quartas de final.
O segundo colocado do Grupo C enfrenta o vencedor do Grupo F nos 16-avos de final, no dia 29 de junho, em Monterrey, no México. Quem passar desse confronto enfrenta o vencedor do duelo entre os segundos colocados dos Grupos A e B. Nas quartas de final, o adversário pode ser justamente a Alemanha — desde que os alemães confirmem a liderança do Grupo E e avancem nas fases anteriores.
Um eventual confronto entre Brasil e Alemanha reeditaria o duelo que não acontece em competições oficiais desde o fatídico 7 a 1, na semifinal de 2014. De lá para cá, as seleções só se enfrentaram em um amistoso, em 2018, vencido pelo Brasil por 1 a 0, gol de Gabriel Jesus.
Os alemães lideram o Grupo E com 6 pontos e saldo de +7, já classificados. Se empatarem com o Equador na última rodada, confirmam a liderança da chave. A Costa do Marfim não pode mais alcançá-los pelo critério de confronto direto.
O Brasil divide a liderança do Grupo C com Marrocos, ambos com 4 pontos, e enfrenta a Escócia na última rodada, na quarta-feira (24), às 19h, em Miami. A primeira colocação é prioridade não apenas para evitar a Alemanha no chaveamento, mas principalmente por questões logísticas: o segundo lugar obrigaria a Seleção a viajar ao México e desmontar a base de Nova Jersey, além de encarar logo de cara o vencedor de um grupo mais forte, em tese.
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