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Paris limita velocidade de carros a 30 km/h

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As autoridades francesas esperam que as ruas de Paris fiquem mais seguras, silenciosas e menos poluídas a partir desta segunda-feira (30), com a entrada em vigor de um novo limite de velocidade para motoristas de 30 quilômetros por hora (km/h).

A cidade quer encorajar as caminhadas, o ciclismo e o uso do transporte público, disse o vice-prefeito David Belliard à Rádio Franceinfo. O novo limite de velocidade deve ajudar a reduzir a poluição, o ruído e o número de acidentes graves, disse.

“Esta não é uma medida antiautomóveis”, acrescentou Belliard.

O limite de 30 km/h já se aplica a cerca de 60% da área de Paris, mas agora cobrirá toda a cidade. No entanto, algumas vias principais, como a Champs Elysees, estarão isentas, com o limite de velocidade permanecendo em 50 km/h.

“Queremos limitar os veículos às viagens essenciais”, disse Belliard.

A prefeita de Paris, Anne Hidalgo, que conquistou um segundo mandato de seis anos em 2020, construiu quilômetros de novas ciclovias, proibiu carros antigos a diesel e tornou as margens do Sena livres de carros. Ela também está reduzindo as vagas de estacionamento na cidade, em uma tentativa de limitar o tráfego de automóveis.

A prefeitura disse que a polícia será tolerante na aplicação do novo limite de velocidade nas primeiras semanas. Outras cidades francesas com limite de velocidade de 30 km/h são Bordeax, Estrasburgo e Toulouse.

fonte ebc

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Sinais do Apocalipse: durante terremoto no México

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“Sinais do Apocalipse”, este foi um dos termos usados por diversas pessoas que sentiram de perto o poder do terremoto de 7.1 graus que atingiu cidades do Centro e Sudoeste do México.

Tudo porque, além da destruição, pode-se notar flashes de luz natural pouco antes dos tremores. Não há consenso na comunidade científica se uma coisa está relacionada a outra, porém, a hipótese mais provável é a de que o contato entre as rochas crie atividades elétricas, principalmente quando estão próximas a falhas geológicas.

As cidades mais afetadas foram Acapulco, Morales, Oaxaca, Puebla, Cidade do México e Guerrero. Sendo que, nesta última, um homem morreu em decorrência da queda de um poste de energia elétrica.

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Sistema de correntes do Oceano Atlântico enfraquece e pode provocar grandes mudanças no clima mundial

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O sistema de correntes do Oceano Atlântico, um motor do clima do Hemisfério Norte, pode estar se enfraquecendo a tal ponto que em breve provocará grandes mudanças no clima mundial, alerta estudo divulgado nessa quinta-feira (5).

A Circulação Meridional de Revolvimento do Atlântico (Amoc) é um sistema amplo de correntes oceânicas que transporta água quente dos trópicos para o Atlântico Norte.

Como a atmosfera se aquece devido às emissões maiores de gases de efeito estufa, a superfície oceânica abaixo dela retém mais calor. Um possível colapso do sistema poderia ter consequências graves para o clima do planeta.

Modelos climáticos mostram que a Amoc nunca esteve tão fraca em mais de mil anos. Não se sabe, no entanto, se o enfraquecimento é causado por uma mudança na circulação ou se tem a ver com a perda de estabilidade.

O estudo, publicado no periódico científico Nature Climate Change, diz que a diferença é crucial.

“A perda de estabilidade dinâmica implicaria a aproximação da Amoc de seu patamar crítico, além de uma transição substancial e, na prática, irreversível para o modo fraco, disse Niklas Boers, do Instituto Potstdam de Pesquisa de Impacto Climático e autor do estudo.

Ao analisar a temperatura da superfície do mar e os padrões de salinidade do Atlântico, o estudo diz que o enfraquecimento do último século provavelmente está associado à perda de estabilidade.

fonte ebc

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Iceberg gigante se desprende na Antártica

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Um iceberg chamado pelos cientistas A-76 desprendeu-se da plataforma de Ronne, na Antártica. Ele é considerado pela Agência Espacial Europeia o maior do mundo. São 4.320 quilômetros quadrados (km²) de gelo a flutuar no Mar de Weddell, perto da Antártica.

O iceberg, com 175 quilômetros de comprimento e 25 de largura, está sendo monitorado via satélite pela Agência Espacial Europeia. As imagens capturadas pelo Copernicus Sentinel-1 mostram a plataforma gigante. 

Segundo o diário britânico The Guardian, os cientistas da US National Snow & Ice Data Center acreditam que as alterações climáticas estão acentuando a desintegração da Antártica. O centro das atenções é a plataforma de gelo Ronne, que se liga ao continente do Polo Sul.

Opinião contrária é a de Ted Scambos, investigador de glaciares na Universidade do Colorado, em Boulder. Citado pela Reuters, Scambos explica que Ronne e outra vasta plataforma de gelo, o Ross, “têm se comportado de maneira estável e quase cíclica” durante o século passado ou mais. Acrescenta que o A-76, provavelmente, acabará por se dividir em dois ou três pedaços, brevemente, e que o fenômeno não está associado às alterações climáticas.

O especialista lembra que, como o gelo já flutuava no mar antes de se deslocar da costa, o rompimento não aumenta o nível do oceano.

No fim de 2020, outro grande iceberg, o A-23A, com 3.380 km², desprendeu-se de Ronne e também flutuou no Mar de Weddell. Acabou por se partir em blocos, evitando o impacto contra uma ilha habitada por pinguins, na América do Sul.

O A-76 foi visto pela primeira vez pelos serviços Britânicos de Vigilância da Antártica e confirmado pelo US National Ice Center, com sede em Maryland.

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