São Paulo pode contratar zagueiros no meio da temporada

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Rubens Chiri / saopaulofc.net

A saída de Dória, oficializada nesta quinta-feira (21), abriu uma vaga na zaga do São Paulo e impôs a Dorival Júnior o primeiro grande desafio de sua terceira passagem: recompor o setor defensivo com as ferramentas disponíveis, ou com o que o mercado oferecer.

Sem dinheiro para grandes investimentos, o clube tem duas alternativas claras. A primeira é buscar jogadores sem contrato, que possam chegar sem custos de transferência e com salários dentro da realidade financeira tricolor. A segunda, e internamente mais valorizada, é potencializar jovens da base como Osório, que já estreou na “Era Roger” e agradou, e outros nomes do sub-20 que treinam com frequência no SuperCT.

Além disso, Rui Costa, executivo de futebol do Tricolor, deixou claro na coletiva de apresentação que o time pode sofrer baixas no meio da temporada. Em contrapartida, também pode contratar outros nomes para repor: atualmente, Marcos Antônio e Bobadilla são os nomes com maior propensão a serem vendidos, enquanto a negociação de William Gomes, no Porto também é bem observada.

A pausa para a Copa do Mundo, que se aproxima, será o laboratório de Dorival. Serão semanas para treinar, ajustar o sistema defensivo e encontrar soluções caseiras, tentando evitar um gasto emergencial.

O que aconteceu com Dória no São Paulo?

O zagueiro solicitou a rescisão de contrato com o São Paulo pouco mais de cinco meses após chegar ao clube. A decisão foi motivada por críticas intensas da torcida após falhas recentes, além de mensagens ofensivas direcionadas a familiares, consideradas inaceitáveis pelo jogador. Ele também alegou outros problemas pessoais.

O defensor já se despediu dos colegas de elenco e não atua mais pelo Tricolor. Como disputou apenas quatro partidas no Brasileirão, Dória pode assinar com outro clube da Série A sem restrições.

Contratado para ser reserva, o zagueiro foi lançado à titularidade por conta das lesões de Alan Franco e Rafael Tóloi. Mas as atuações não convenceram; os erros contra Fluminense e Millonarios foram o estopim para a reação da arquibancada e a consequente saída.

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