São Paulo: Caso dos camarotes tem decisão adiada

São Paulo

O desfecho do caso envolvendo Douglas Schwartzmann e Mara Casares no escândalo de uma suposta comercialização clandestina do camarote 3A do MorumBIS, estádio do São Paulo, foi adiado. A Comissão de Ética do clube solicitou a extensão do prazo para emitir sua decisão final, que agora deve sair apenas na próxima segunda-feira, 30. A informação foi concedida inicialmente pelo portal Arquibancada Tricolor.

A justificativa foi a complexidade da investigação e a necessidade de revisões finais nas apurações antes da deliberação.

Além da investigação na Comissão de Ética, os envolvidos estão sendo investigados pela Polícia Civil de São Paulo. A investigação encontrou evidências de que a prática ilegal ocorria desde 2023

Relembre o caso no São Paulo

O caso explodiu quando uma reportagem do GE revelou áudios sobre uma suposta exploração irregular de um camarote no MorumBIS em shows. A partir disso, a Polícia Civil do estado de São Paulo passou a investigar.

De acordo com o áudio, os dirigentes teriam repassado os direitos de exploração do espaço a Rita de Cássia Adriana Prado, apontada como intermediária e terceira pessoa envolvida na conversa. Ela seria a responsável pela administração do camarote, cujos ingressos chegaram a custar R$ 2,1 mil no show da cantora Shakira, em fevereiro de 2025. Somente com o camarote 3A, o faturamento estimado foi de R$ 132 mil.

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