O camisa 10 da Seleção Brasileira atingiu uma marca preocupante nesta quarta-feira (17). Há exatamente um mês, Neymar não entra em campo. Sua última partida foi em 17 de maio, na derrota do Santos para o Coritiba por 3 a 0, na Neo Química Arena. De lá para cá, o craque vive uma corrida contra o tempo que ainda não terminou, e que já o tirou da estreia na Copa do Mundo e deve deixá-lo fora também do segundo jogo.
A lesão de Neymar
Naquela partida, Neymar sentiu a panturrilha direita ainda no primeiro tempo. Recebeu atendimento e acabou substituído por um erro da arbitragem — o quarto árbitro confundiu os números e ergueu a placa errada. Os exames posteriores revelaram uma lesão muscular de grau 2, que desde então exige tratamento intensivo.
A recuperação
Desde que se apresentou à Seleção, Neymar não participou de nenhum treino tático com o grupo de Carlo Ancelotti. Os exames mais recentes indicam evolução dentro dos parâmetros esperados, mas a comissão técnica insiste em não queimar etapas. Na última segunda-feira (15), novos exames foram feitos. Nesta terça (16), ele pisou no gramado pela primeira vez — ainda de tênis, em atividades individuais, sem integração ao elenco.
O que está em jogo
A previsão inicial de que Neymar pudesse ser relacionado contra o Haiti, na sexta-feira (19), já está descartada. Ele segue em trabalho de transição física, sem previsão de quando estará à disposição. Aos 34 anos, disputando sua quarta Copa, o camisa 10 corre para se recuperar a tempo de ajudar o Brasil na campanha do hexa. A CBF mantém silêncio sobre prazos e apenas reforça que o jogador “está evoluindo”.
