Felipão explica o 7 a 1: “Um apagão”

Felipao e ancelotti

Foto: @rafaelribeirorio l CBF

O técnico Luiz Felipe Scolari, o Felipão, comandante da Seleção Brasileira na fatídica semifinal de 2014, voltou a falar sobre o 7 a 1 para a Alemanha. Em entrevista recente, Felipão usou a goleada alemã por 7 a 1 sobre Curaçao, na estreia da Copa de 2026, para reforçar uma convicção que carrega há mais de uma década: a de que aquele jogo foi um ponto fora da curva impossível de ser repetido. O novo massacre alemão trouxe à tona debates sobre a semifinal vexatória brasileira.

De acordo com Felipão, o principal fator para a goleada foi o apagão que ocorreu no primeiro tempo, período em que o Brasil levou três gols.

“Não se explica o placar. Nós tivemos uma catástrofe total. Passamos por sete, oito minutos que foram decisivos no geral. Tivemos algo que não acontecia com ninguém durante os jogos, algo que não se pode sinalizar como vai acontecer um dia entre Brasil e Alemanha. Tivemos aquele apagão e aquilo nos gerou três gols em sete, oito minutos, e nós não tivemos o que fazer”, avaliou em comentário na SporTV.

O paralelo de Felipão com Curaçao

Felipão traçou uma linha direta entre os dois jogos e disse que é impossível culpabilizar algum jogador. “É idêntico ao jogo contra Curaçao. Quando a Alemanha chutava, era gol, e o Julio César não podia fazer nada. Não tem que acusar ninguém, não tem que passar esse bastão. Perdemos por 7 a 1, foi um jogo atípico que nunca mais vai acontecer entre Brasil e Alemanha.”

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