Corinthians x Palmeiras no STJD: Veja as punições definidas

Corinthians

Cesar Greco / Palmeiras

Nesta sexta-feira, 17, o STJD julgou os ocorridos no Dérbi entre Corinthians e Palmeiras no último domingo.

Três jogadores do Corinthians foram suspensos. André, Matheuzinho e Hugo Souza ficam fora de partidas do Corinthians. Luiz Fernando e Breno Bidon foram absolvidos.

Confira todas as decisões

André (volante)

Matheuzinho (lateral-direito)

Hugo Souza (goleiro)

Breno Bidon (volante)

Luiz Fernando Santos (preparador de goleiros)

Corinthians (clube)

Palmeiras (clube)

Argumentação da defesa do Corinthians

Após a apresentação dos vídeos dos lances, a argumentação corintiana em cada caso se alterou.

No caso de André, o clube admitiu o erro, mas disse que não enxergou provocação decorrente do clássico, apenas uma “conduta deselegante” que acarretou também em uma conduta adminstrativa, uma multa em seus vencimentos.

Em relação a Matheuzinho, o advogado alvinegro disse que a agressão realmente existe, mas que partiu de uma tentativa de desvincular-se do jogador palmeirense.

Em relação a Hugo Souza, enxergou o cansaço e a obrigatoriedade dos jogadores em serem entrevistados pela equipe de transmissão após a partida. Com isso, a fala foi descontextualizada.

Em relação a Breno Bidon, a argumentação foi de que ele estava tentando separar a briga, e de Luiz Fernando Santos, tanto ele como Luighi, do Palmeiras, foram registrados no Boletim de Ocorrência.

Nas acusações sobre o Corinthians, alegou que tanto o drone como a pipa são do público externo, sem ter como o clube controlar isso, já que o estádio é aberto e há orientação do público presente. Em relação ao tumulto, segundo o alvinegro, a situação era com a maioria tentando afastar o problema e, em relação ao caso de racismo, ressaltou a força social do Corinthians nas suas causas sociais e também todo o material que o clube enviou para as autoridades para tentar identificar a pessoa.

Argumentação da defesa do Palmeiras

O Palmeiras, denunciado apenas em um artigo, argumentou que, na confusão, não houve nenhuma presença de jogadores e membros da comissão técnica, apenas seguranças para evitar que os problemas escalassem.

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