Nesta segunda-feira, 27, o Movimento Expulsão já irá protocolar no Conselho Deliberativo do Corinthians um requerimento para retirada do cargo de conselheiro vitalício e expulsão de Andrés Sanchez.
O movimento colheu assinaturas de mais de 50 mil corintianos, incluindo mil sócios do clube social do Parque São Jorge. A movimentação se iniciou após a denúncia do Ministério Público contra Andrés nas investigações sobre supostos usos de cartões corporativos da presidência para fins pessoais.
A Comissão de Ética do clube também emitiu um parecer e sugeriu a expulsão do quadro associativo do clube.
O que diz o movimento da torcida do Corinthians
O Movimento #ExpulsãoJá nasce da indignação da Fiel Torcida diante da omissão histórica dos órgãos internos do clube (Comissão de Ética, CORI e Conselho Deliberativo). Nossa soberania está em xeque não apenas pelas dívidas impagáveis, mas pela impunidade que protege quem lesou o patrimônio alvinegro, diz o site oficial.
O movimento se apoia em três fundamentações jurídicas. Segundo eles, o trio desrespeitou os seguintes termos:
- Violação do Estatuto do Corinthians Art. 28: condutas que desabonam a imagem
- Lei Pelé (Lei 9.615/98) Art. 18-C: Violação dos princípios de transparência administrativa, gestão democrática e prestação de contas
- Lei Geral do Esporte (14.597/23) Art. 64 e 67: Responsabilização por gestão temerária e falta de transparência.
Alguns dos pontos com os quais o movimento se mostra indignado são acordos que o Corinthians fez, como com a Caixa Econômica, além de patrocinadores como Taunsa e Vai de Bet. O recente acordo com a Caixa e os escândalos envolvendo parceiros como Taunsa e VaiDeBet são provas de um padrão de gestão temerária perpetuado pelas últimas administrações.Há indícios robustos de que o Estatuto Social e leis federais foram rasgados, diz o site do movimento.
