Ancelotti analisa opções após perder Raphinha

Seleção ancelotti

Rafael Ribeiro / CBF

A lesão muscular de Raphinha na coxa direita abriu uma vaga no ataque da Seleção Brasileira. O camisa 11, titular da ponta direita e nome de confiança de Carlo Ancelotti, está fora do jogo contra a Escócia, na quarta-feira (24), e só deve retornar a partir das oitavas de final. O treinador italiano agora testa alternativas para preencher o setor.

Os candidatos

Dois nomes despontam como principais concorrentes à vaga. Rayan, de 19 anos, entrou justamente no lugar de Raphinha contra o Haiti e é visto como a opção mais natural — embora o time tenha caído de rendimento na etapa final, o jovem conseguiu encontrar Endrick em um lance que terminou anulado por impedimento. Luiz Henrique corre por fora com o peso da continuidade: foi titular em quatro partidas com Ancelotti durante o ciclo e conhece bem o que o treinador espera do setor.

Endrick como alternativa

O jovem atacante já atuou aberto pela direita na época de Palmeiras, mas Ancelotti o enxerga como um jogador de velocidade e poder de decisão centralizado no ataque — tanto que sempre o escalou nessa função, em vez de deslocá-lo para a ponta. A opção existe, mas é tratada como remota.

Mudança de esquema

Outra possibilidade, ainda que menos provável, é alterar o desenho tático. Sem um substituto com as mesmas características de Raphinha, Ancelotti poderia reforçar o meio-campo e mudar o 4-2-4 para uma formação com mais controle e menos amplitude pelas pontas.

A definição sairá nos próximos treinos. Ancelotti mantém o mistério sobre a escalação e usará as sessões de segunda e terça-feira para bater o martelo. O que é certo: contra a Escócia, a ponta direita terá um novo dono.

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