A organização da Festa do Peão de Hortolândia emitiu um alerta importante ao público após identificar a circulação de sites falsos que estariam comercializando ingressos e passaportes do evento. A prática tem levantado preocupação, especialmente diante da proximidade da festa e da alta procura por entradas.
Segundo comunicado oficial divulgado nas redes sociais, a venda online é realizada exclusivamente por um único canal autorizado, e qualquer outro meio deve ser considerado suspeito.
Venda oficial é feita por canal exclusivo
De acordo com a organização, todos os ingressos e passaportes da festa são vendidos apenas pelo site da Guichê Web.
A recomendação é clara:
- Evite clicar em links desconhecidos
- Não confie em ofertas com preços muito abaixo do mercado
- Sempre verifique a autenticidade do site antes de finalizar a compra
A presença de páginas falsas tem se tornado comum em grandes eventos, principalmente nas redes sociais e anúncios patrocinados.
Como identificar possíveis golpes
Para evitar prejuízos, o público deve ficar atento a alguns sinais:
- Sites com layout semelhante ao oficial, mas com URL diferente
- Ofertas com descontos excessivos ou “últimas unidades”
- Solicitação de pagamento fora dos meios tradicionais
- Falta de informações claras sobre o evento ou organizadores
Especialistas em segurança digital reforçam que a pressa para garantir ingressos pode levar o consumidor a ignorar esses sinais.
Orientação ao público
A organização da Festa do Peão orienta que, em caso de dúvida, o consumidor entre em contato pelos canais oficiais:
- Direct nas redes sociais do evento
- Telefone do InfoRodeio: (19) 99759-5350
Além disso, é recomendado que o público compartilhe o alerta para ampliar a conscientização e evitar que mais pessoas sejam vítimas.
Crescimento de golpes em eventos populares
Casos de fraude na venda de ingressos têm se tornado mais frequentes no Brasil, principalmente em eventos de grande porte, como rodeios, festivais e shows sertanejos.
Criminosos aproveitam o alto volume de buscas online e a urgência do consumidor para criar páginas falsas que simulam plataformas oficiais.
